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A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Helena Póvoas recebeu a Ordem do Mérito Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul, com o grau outorgado Grã-Cruz. A honraria é concedida às pessoas e entidades que tenham serviços ou méritos dignos de reconhecimento da corte.
 
A solenidade ocorreu na sexta-feira (3 de fevereiro), na sede do Tribunal de Justiça Sul mato-grossense, onde a presidente esteve em visita institucional para conhecer projetos, ações inovadoras e boas práticas ali aplicadas.
 
“É uma grande honra ser agraciada com esta honraria juntamente com pessoas que prestam serviços tão relevantes à população. Motivo também de satisfação por receber esta Ordem do Mérito Judiciário do Tribunal de Justiça do nosso Estado vizinho, onde viemos saber um pouco mais sobre os trabalhos e trocar experiências para avançarmos cada vez mais na entrega dos nossos trabalhos”, disse a desembargadora Maria Helena.
 
A Ordem do Mérito Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul é composta por graus outorgados como Grã-Cruz (privativa a membros do Tribunal Pleno do Judiciário); Grande Oficial; Comendador; Oficial e Cavaleiro.
 
Dentre várias autoridades do Judiciário nacional, também receberam o grau Grã-Cruz juntamente com a desembargadora Maria Helena Póvoas a Corregedora Nacional de Justiça, ministra Maria Thereza de Assis Moura; o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Eustáquio Soares Martins e a presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministra Maria Cristina Peduzzi.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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“Selo Imprensa por Elas” destaca adesão de veículos de comunicação e busca proteger mulheres

O troféu e o “Selo Imprensa Por Elas”, entregues aos 27 veículos de comunicação presentes no “Café com a Imprensa – Diálogo e Proteção à Mulher”, marcam o início de novas ações de enfrentamento à violência de gênero a serem desenvolvidas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento, realizado nesta quarta-feira (15) no Tribunal de Justiça, em Cuiabá, foi o primeiro passo para jornalistas e magistrados construírem juntos um protocolo de cobertura jornalística que proteja as vítimas da violência doméstica e feminicídio.

“Podemos juntos fazer uma transformação cultural. Precisamos do apoio e da parceria dos meios de comunicação para evitar que mais mulheres sejam mortas em seus ambientes íntimos. Esse encontro foi essencial para ouvirmos as dúvidas e sugestões dos profissionais presentes e debatermos questões sensíveis”, ressaltou a coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), desembargadora Maria Erotides Kneip.

Durante o café, foi distribuído o “Guia Rápido –Jornalismo que protege e dignifica” como primeira minuta de um trabalho maior a ser construído, conforme a juíza Ana Graziela Vaz de Campos, membro da Cemulher e vice-presidente do Fórum Nacional de Juízes e Juízas (Fonavid).

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“O ‘Selo Imprensa Por Elas’ destaca os veículos que investem na qualificação de suas equipes e na melhora contínua da cobertura responsável dos casos de violência doméstica. Desse diálogo, vamos construir juntos um protocolo de cobertura jornalística para evitar o chamado efeito copycat, quando se divulga a forma como ocorreu o feminicídio e um caso gera outros similares”, pontuou.

Para a desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, a iniciativa tem como objetivos a “proteção da dignidade das mulheres, a prevenção da revitimização e o estímulo a práticas que contribuam para a responsabilização e reeducação de agressores, inclusive por meio de Grupos Reflexivos”.

Durante o evento, o delegado do Distrito Federal Marcelo Zago trouxe dados de pesquisa científica sobre os impactos da cobertura midiática sobre o assunto, bem como da violência de gênero e feminicídios.

Também estavam presentes o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira; os desembargadores Márcio Vidal e Jonnes Gattas; o secretário-geral do Tribunal de Justiça, juiz Agamenon Alcântara Moreno; a juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges, que preside a Rede de Enfrentamento de Cuiabá; além dos juízes Marcos Terencio Agostinho Pires, de Cuiabá; Leonísio Salles de Abreu Júnior, de Chapada dos Guimarães; Rosângela Zacarkim, de Sinop; Suelen Barizon Hartmann, de Tangará da Serra; Djessica Giseli Kuntzer, de Pontes e Lacerda; Juliano Hermont Hermes da Silva, de Várzea Grande; Luciana Sittinieri Leon, de Rio Branco e Marcelo Sousa Melo Bento de Resende, de Barra do Garças.

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Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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