TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Justiça de Mato Grosso amplia possibilidade de adoção por meio do Busca Ativa

Publicados

em

A novidade é que essa ferramenta, o Busca Ativa, passou a ser inserida no Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA), conforme prevê a Portaria 114/2022, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Com essa implantação, o serviço promove o encontro entre pretendentes habilitados e crianças e adolescentes aptos à adoção que tiverem esgotadas todas as possibilidades de buscas nacionais e internacionais de pretendentes compatíveis com o perfil registrado no SNA.
 
Além de instituir o instrumento no SNA, a determinação do CNJ, entre outras providências, regulamenta os projetos de estímulo à adoção tardia, como o “Busca Ativa: Uma Família para Amar”, do Judiciário mato-grossense. As crianças e adolescentes que estão aptos a viverem o amor junto de uma família são os principais beneficiários dessa ação.
 
E se você se sentiu tocado, tocada, para começar a viver uma história de amor, de entrega, de adoção, acesse neste link o banner da Busca Ativa, disponível na página principal do Tribunal de Justiça, ou o link: https://buscaativa.tjmt.jus.br/home e faça o Cadastro de Pretendentes.
 
Se você já tem cadastro basta informar o CPF e a senha, e se ainda não for informe o CPF e e-mail para iniciar um encontro de amor.
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

Leia Também:  Fonajus Itinerante: Conselheira do CNJ palestra sobre judicialização da saúde no estado e no Brasil
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Cejusc da Capital participa da XX Semana Nacional da Conciliação com meta de 350 audiências

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  Corregedoria e parceiros lançam Semana Nacional do Registro Civil

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA