TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Juiz auxiliar da Corregedoria lança livro em Portugal e Espanha

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O juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) Lídio Modesto da Silva Filho teve a 3ª edição de seu livro Propaganda Eleitoral lançado na Europa, mais especificamente em Portugal e na Espanha, pela editora Juruá.
 
A edição internacional está sendo distribuída em universidades portuguesas e espanholas, para fins de direito comparado.
 
A obra trata de uma das principais fases do processo eleitoral, a qual Lídio Modesto possui vasta experiência como juiz titular auxiliar da Presidência do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), juiz membro substituto, juiz titular do Pleno e diretor da Escola Eleitoral.
 
“Tais fatores fizeram com que eu entendesse que eu estava credenciado para falar a respeito do assunto. A obra parece um filho, que você vê crescer. Você precisa destacar parte dos seus dias, ficar ausente da sua família, pesquisar muito para poder escrever uma obra. É muito satisfatório, eu sendo cuiabano, um magistrado de Mato Grosso, ter um livro sendo internacionalmente conhecido. Mato Grosso é um exportador de ideias”, contextualiza o juiz.
 
A primeira edição de Propaganda Eleitoral foi lançada em 2018, pela mesma editora, e teve grande aceitação do público que se interessa pelos estudos em Direito Eleitoral. Com linguagem simples e concisa, o magistrado lançou uma nova edição em 2020 e a atualizou em 2022 com a Reforma Eleitoral de 2021-2022.
 
O lançamento das três edições se deu no maior evento de Direito Eleitoral do país, promovido pela Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP).
 
“Quando você está na terceira edição, significa que o livro tem tido uma aceitação por parte do público que tem interesse na área do Direito Eleitoral. Agora tive a grata satisfação de lançá-lo na esfera internacional”, expressou.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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