TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

II Concurso de Vídeo “Eu Apoio a Adoção” premiará participantes


O mês de maio é dedicado à adoção e a Associação Mato-Grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara) está realizando o II Concurso de Vídeo “Eu Apoio a Adoção”. Os participantes que enviarem os vídeos de acordo com o regulamento serão premiados. Vencem os três primeiros vídeos mais curtidos na rede social da associação no Facebook. Os vídeos devem ser enviados até o dia 25 de Abril. Não perca tempo. O resultado será anunciado no dia 25 de Maio.
 
 
A segunda edição do concurso de vídeo promovido pela Ampara, tem por interesse envolver a sociedade no fortalecimento da cultura da adoção legal e responsável, levando a sociedade a refletir sobre as dores e alegrias da adoção, bem como a necessidade do ser humano em pertencer a uma família, que lhe dê amor, afeto e cuidados. “O objetivo do concurso é fortalecer a legitimidade das famílias formadas por meio da adoção e dar visibilidade para a causa, já que ainda existem crianças e adolescentes esperando para viver em família” afirma Daisy Guilem, presidente da Ampara. 
 
 
O vídeo deve ser enviado para o e-mail promocional, com no máximo 60 segundos de duração, dentro do período de envio. A participação é voluntária e expressa diretamente à autorização do uso de imagem com cessão de direito de veiculação em todo e qualquer material entre imagens de vídeo, fotos e documentos da Ampara para divulgação ao público. A votação será pública e através das curtidas. A proposta é abordar nos vídeos o apoio à formação familiar por meio do instituto da adoção, independente dos participantes ser ou não familiar adotivo/a. 
 
 
Os vídeos serão publicados na página das redes sociais da Ampara (Facebook e Instagram), e os vídeos inscritos estarão disponíveis na página da Ampara no Facebook para visualização do público em geral e receber curtidas, as quais classificarão os vídeos vencedores. Atenção os vídeos serão publicados em ambas redes sociais, mas apenas as curtidas do Face é que definirão os vencedores.
 
Participação:
 
– Podem participar deste Concurso todas as pessoas interessadas em manifestar seu apoio favorável à adoção, independente de ser familiar adotivo.
 
– Será aceito apenas 1 (um) vídeo por inscrição.
 
– Serão aceitas inscrições de pessoas de uma mesma família, desde que cada uma envie apenas. 1 (um) vídeo inédito.
 
– Caso haja a inscrição de mais de 1 (um) vídeo por pessoa será considerado o primeiro vídeo enviado.
 
Inscrição – A inscrição será feita por meio do envio do vídeo para o e-mail: [email protected] acrescentando os dados pessoais no corpo do e-mail: Nome completo, data de nascimento, RG (ou outro documento oficial com foto comprobatório da sua identificação), telefone para contato. O e-mail deve ser identificado no assunto da seguinte forma: “Eu apoio a adoção”, seguido de seu nome. A inscrição é gratuita. Ao se inscrever, o/a participante autoriza o uso de sua imagem e voz e se responsabiliza pela imagem e voz de outras pessoas que apareçam no vídeo.
 
Prêmios
 
1° Lugar: duas diárias com acompanhante para hospedagem e pensão completa no Pousada Piuval (Poconé/MT),
 
2° Lugar: duas diárias com acompanhante e café da manhã para Pousada Penhasco (Chapada dos Guimarães/MT)
 
3° Lugar: duas diárias com acompanhante e café da manhã para Thermas Marihá (Juscimeira/MT)
 
Mais informações: (65) 99922-0778 ou pelo e-mail [email protected]
 
 
Assessoria de comunicação CGJ
 

Leia Também:  Comarca de Cáceres - Estão abertas as inscrições para a 7a Corrida do Fórum, que será em novembro
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Deficiência invisível: psicóloga do TJMT relata vivência com visão monocular

A psicóloga do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Giselle Ramos de Castilho Teixeira, convive desde a infância com a visão monocular, condição caracterizada pela perda da visão de um dos olhos. Apesar de a deficiência não ser perceptível fisicamente, ela relata que os desafios fazem parte da rotina e vão desde dificuldades de profundidade até a necessidade constante de reafirmar sua condição diante das pessoas.
Em continuidade às ações do Mês de Conscientização sobre Acessibilidade, a servidora destaca a importância de ampliar o debate sobre inclusão, acolhimento e respeito às pessoas com deficiências não aparentes, tanto no ambiente institucional quanto na sociedade.
Giselle conta que descobriu a deficiência ainda criança, de forma inesperada. “Eu fui brincar com as maquiagens da minha mãe e percebi que não enxergava de um olho para passar a sombra. Perguntei para minha mãe se ela também não enxergava de um olho e aí fomos descobrir a deficiência”, relembra.
Desafios diários
Segundo ela, uma das maiores dificuldades enfrentadas por pessoas com visão monocular é justamente a falta de compreensão da sociedade sobre uma deficiência que nem sempre possui características físicas aparentes. “Se eu não falar que sou uma pessoa com deficiência, ninguém percebe. Muitas vezes, a dificuldade da visão monocular é exatamente essa, as pessoas não acreditarem que você realmente tem uma deficiência”, afirma.
A psicóloga explica que a visão monocular afeta diretamente a percepção de profundidade, distância e visão lateral, tornando situações cotidianas mais desafiadoras. “Escadas são muito perigosas para quem tem visão monocular, porque a gente não consegue ter a mesma percepção de profundidade. Por isso, aquelas faixas coloridas nos degraus são tão importantes”, comenta.
Além das limitações práticas, Giselle destaca que o impacto emocional causado pela falta de compreensão sobre a deficiência também é significativo. “Muitas vezes, as pessoas julgam você como incapaz por causa da deficiência. Isso acaba trazendo problemas emocionais porque a própria pessoa começa a se sentir incapaz”, observa.
Acolhimento e inclusão
Para a psicóloga, inclusão vai além de adaptações estruturais e envolve, principalmente, acolhimento e reconhecimento da individualidade de cada pessoa. “Inclusão não é só colocar uma rampa ou um adesivo na escada. É olhar para a pessoa e mostrar que ela é importante, que ela tem sentimentos e que merece ser acolhida”, ressalta.
Ela avalia que o Poder Judiciário de Mato Grosso avançou significativamente nos últimos anos em relação às políticas de acessibilidade e inclusão, especialmente após a criação da Comissão de Acessibilidade e Inclusão. “Hoje existem ferramentas, adaptações, jornada especial e avanços importantes que fazem com que a pessoa com deficiência se sinta vista dentro da instituição”, destaca.
Giselle também lembra que a visão monocular foi reconhecida legalmente como deficiência visual pela Lei nº 14.126/2021, garantindo às pessoas com essa condição os mesmos direitos assegurados às demais pessoas com deficiência.
Mesmo assim, ela afirma que ainda existem dificuldades para o reconhecimento desses direitos. “Muitas vezes precisamos provar constantemente que temos uma deficiência, mesmo apresentando laudos. Nem sempre os nossos direitos são respeitados de forma automática”, pontua.
Segundo a psicóloga, ampliar o debate sobre acessibilidade e inclusão é essencial para construir ambientes mais humanos, empáticos e preparados para acolher diferentes realidades. “A deficiência não define uma pessoa. Antes de qualquer limitação, existe um ser humano que precisa ser respeitado, acolhido e compreendido”, conclui.
Pesquisa sobre acessibilidade
Como parte das ações desenvolvidas para o fortalecimento da política de inclusão, a Comissão de Acessibilidade e Inclusão do PJMT também promove uma pesquisa sobre as condições de acessibilidade nas unidades judiciárias e administrativas do Estado.
O levantamento é destinado a magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) e credenciados(as), com o objetivo de identificar demandas, necessidades e possíveis barreiras enfrentadas no ambiente institucional.
A pesquisa segue aberta até o dia 30 de junho de 2026. Participe!

Autor: Emily Magalhães

Leia Também:  Prova do Exame Nacional da Magistratura é realizada em Cuiabá para bachareis em Direito

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA