TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Gestão participativa: QR Codes estão distribuídos nas sedes do TJ, Anexo e Escola dos Servidores

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Nos corredores do Tribunal de Justiça, Anexo António Arruda e Escola dos Servidores, os magistrados(as) e servidores(as) irão se deparar com placas contendo QR Codes da pesquisa “Gestão Participativa, juntos por uma Justiça ainda melhor”. O objetivo é incentivar maior engajamento por parte do público interno para que respondam ao questionário, até o dia 23 de julho.
 
A utilização dos QR Codes facilita o acesso à pesquisa, tornando o processo mais simples e ágil.
 
Além disso, os cidadãos e cidadãs que visitam essas estruturas também têm a oportunidade de participar. Tudo o que precisam fazer é apontar a câmera do celular para o QR Code e responder ao questionário.
 
Essa pesquisa é conduzida pelos 27 Tribunais Estaduais, incluindo o Tribunal de Justiça de Mato Grosso e do Distrito Federal. Juntos, eles estão promovendo o processo de Gestão Participativa, no qual todos os envolvidos poderão manifestar suas opiniões e considerações sobre as Metas Nacionais do Poder Judiciário para 2024, de forma democrática.
 
O objetivo principal da pesquisa é estimular o envolvimento dos cidadãos e cidadãs na gestão do Judiciário brasileiro. Por meio dessa ferramenta, será possível entender as prioridades e necessidades da população em relação ao Poder Judiciário. A análise das respostas contribuirá para a alteração e/ou criação de novas metas nacionais.
 
Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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