TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Fórum de Campinápolis passa por reforma e atendimento presencial é suspenso por 60 dias

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O atendimento presencial do Fórum da Comarca de Campinápolis (475 km de Cuiabá) está suspenso a partir desta segunda-feira (16 de outubro) por um prazo de 60 dias úteis, podendo ser prorrogado por mais tempo. Neste período, o prédio do Fórum passará por reformas e adequações, os serviços judiciais continuarão funcionando. O telefone fixo ficará inoperante, já que será necessário desligar a rede de internet e telefonia para a realização dos trabalhos na reforma.
 
A resolução é da diretora do Foro, a juíza de Direito Lorena Amaral Malhado, que assinou a Portaria nº 53/2023-DF para comunicar também o regime de tele trabalho para os servidores.
 
O início das obras será no dia 23 de outubro e consistem em serviços de reparação na cobertura da edificação, adequações nas instalações elétricas e de cabeamento estruturado, rede lógica (manutenção e melhoria dos equipamentos de informática), revisão das instalações hidro sanitárias, serviços de conserto e pintura em esquadrias metálicas, pintura de paredes, troca de piso, entre outros. O prazo de execução dos serviços é de 120 dias.
 
De acordo com a Portaria, o comparecimento de reeducandos também fica suspenso até o retorno do expediente presencial, não havendo prejuízo ao curso da execução da reprimenda.
 
Não haverá suspensão de prazos processuais, uma vez que os serviços de manutenção predial preventiva do fórum não trarão impactos à acessibilidade dos sistemas PJE, SEEU, CIA, no qual tramitam todos os processos judiciais da Comarca.
 
O atendimento às partes, advogados, membros do Ministério Público e Defensoria Pública será realizado prioritariamente, durante o horário de expediente, das 12h às 19 h (horário de Cuiabá-MT):
 
 Gabinete:
Telefone WhatsApp: (66) 3437 -17 26
 
Secretaria da vara única
Telefone WhatsApp: (65) 9244-6685
 
Central de administração – E-mail: [email protected]
 
Central de distribuição – E-mail: [email protected]
 
Central de mandados – E-mail: [email protected]
 
Central de arrecadação e arquivamento – E-mail: [email protected]
 
Diretoria 
Telefone/WhatsApp: (66) 99281-2119
 
Marcia Marafon
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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