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Em reunião com desembargador, prefeito afirma que irá ampliar mão de obra de reeducandos em Sinop


A importância da reinserção social dos reeducandos foi pauta de reunião do desembargador Orlando Perri com o prefeito de Sinop (500 km de Cuiabá), Roberto Dorner. O magistrado, que preside o Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo do Estado de Mato Grosso (GMF-MT), relatou ao gestor municipal e sua equipe que tem observado a queda na reincidência entre aqueles que recebem oportunidades de trabalho.
 

“Precisamos pensar que essas pessoas que foram presas têm famílias e que elas precisam ser amparadas para não ficarem ainda mais vulneráveis, inclusive ao crime. Além disso, quando alguém cumpre sua pena e sai do sistema prisional encontra muitas dificuldades para conseguir trabalho e muitos acabam cometendo crimes e voltando para a prisão. Quando o setor público oportuniza a eles um trabalho, todos ganham”, apontou.
 
O prefeito informou que, na Prefeitura de Sinop, alguns serviços têm sido feitos por reeducandos e que pretende ampliar o projeto.
 
“A conversa foi de muita valia, temos a vontade de trabalhar com os reeducandos e estamos vendo a documentação para fazer um convênio. A área onde está o presídio de Sinop é da Empaer e estudamos a viabilidade de construirmos lá uma fábrica de tubos. Além disso, na cidade temos empregado reeducandos nos serviços. Queremos ampliar isso, pois além de ajudar as famílias dos reenducandos, estamos ajudando a toda a população. Encontrei no desembargador Perri o parceiro ideal para esse objetivo e entendemos que é muito importante essa conversa”, destacou o prefeito.
 
Dorner ainda aproveitou para esclarecer dúvidas sobre o assunto em relação ao setor privado e disse que iniciará um estudo para elaborar um projeto de lei a ser encaminhado ao Legislativo. Presente no encontro o procurador-geral do Município de Sinop, Ivan Schneider, se encarregou que subsidiar o estudo. A secretária de Governo do município, Faira Strapazzon, também participou da reunião.
 
O presidente da Câmara de Vereadores Elbio Volkei, elogiou os apontamentos feitos pelo desembargador e afirmou que levará a votação no Legislativo quais iniciativas sejam positivas para a sociedade, como a ampliação do uso da mão de obra de reeducandos nos serviços municipais.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição da imagem: Foto colorida onde os participantes da reunião aparecem sentados à mesa.

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Andhressa Barboza/Foto: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

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Oficina Escuta cidadã coloca experiência digital da Justiça em pauta

A Justiça também acontece na tela. No celular, no computador, no acesso a um processo, no envio de uma petição, na consulta de informações. Mas, na prática, como tem sido essa experiência? É a partir desse olhar que o eixo “Justiça Digital e Sistema de Justiça” ganha espaço nas Oficinas de Escuta Cidadã do Poder Judiciário de Mato Grosso. A iniciativa será realizada ao longo de três dias — 6, 7 e 8 de maio, em Cuiabá — e, no dia 8 de maio, a escuta se volta especialmente para a relação entre tecnologia e acesso à Justiça.
Além de avaliar sistemas, a proposta é ouvir pessoas. Entender onde a tecnologia aproxima e onde ainda afasta. O que facilita o acesso? O que gera dúvida? Em que momento o digital ajuda e em que momento se torna uma barreira? A escuta busca transformar essas experiências em insumos reais para aprimorar plataformas, fluxos e formas de atendimento. Porque digitalizar não é apenas automatizar. É tornar o acesso mais simples, mais claro e mais eficiente.
Nesse contexto, o sistema de Justiça se amplia uma vez que deixa de ser apenas físico, presencial, e passa a ser também digital, conectado e em constante adaptação às necessidades dos usuários.
As Oficinas de Escuta Cidadã integram a construção do Planejamento Estratégico 2027–2032. Ao ouvir quem utiliza os serviços, o Judiciário amplia a capacidade de evoluir com mais precisão e aderência à realidade.
A atividade será presencial, no Complexo dos Juizados Especiais de Cuiabá, com duração média de três horas em cada oficina. A participação é aberta a cidadãos, advogados, defensores públicos, representantes de empresas e demais usuários. As vagas são limitadas e a seleção buscará garantir diversidade e representatividade.
Outros temas – Além da dimensão digital, as oficinas também percorrem outros pontos fundamentais do sistema. No eixo “Acesso à Justiça e Atendimento ao Cidadão”, a escuta busca compreender como as pessoas chegam ao Judiciário e como avaliam o atendimento. Já em “Direitos, Inclusão e Proteção Social”, o foco está nas diferentes realidades da população e na necessidade de uma atuação mais acessível e equitativa.
Em “Conciliação, Mediação e Solução de Conflitos”, o debate se volta para formas mais ágeis e humanizadas de resolver demandas. E, por fim, o eixo “Futuro do Judiciário, Inovação e Sociedade” convida à reflexão sobre os caminhos possíveis para uma Justiça mais moderna e conectada com as transformações sociais.
📌 Faça sua pré-inscrição no link: https://forms.cloud.microsoft/r/1cEE303y1K

Autor: Talita Ormond

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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