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1º Workshop sobre Transtorno do Espectro Autista terá transmissão ao vivo

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O 1º Workshop sobre Transtorno do Espectro Autista, que será realizado nessa sexta-feira (19 de abril) no Tribunal de Justiça de Mato Grosso será transmitido ao vivo, por meio do canal do TJMT no YouTube.
 
 
O evento terá palestras durante todo o dia, a partir das 9h, com profissionais especializados no assunto, profissionais da saúde e da área do direito, além de relatos de familiares de pessoas com autismo.
 
O evento se destina a magistrados e magistradas, membros Ministério Público, advogados e advogadas, servidores e servidoras, assessores e assessoras do Poder Judiciário, integrantes de outros órgãos públicos e pessoas com interesse na área.
 
 
Dentre os objetivos do evento, estão promover uma maior compreensão da condição do autismo, destacando suas nuances, desafios e necessidades específicas. Além disso, ressaltar a importância da inclusão das pessoas com Transtorno do Espectro Autista em todos os aspectos da sociedade, desde a educação até as interações sociais cotidianas.
 
Programação – Confira a programação do evento:
 
9h às 9h15 – Abertura do evento com a desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho, presidente da Comissão de Acessibilidade e Inclusão do TJMT, além da apresentação de vídeos institucionais.
 
9h15 às 9h30 – Hino do autismo e depoimento de Elaine, servidora do TJMT mãe de autista.
 
9h30 às 10h50 – Palestra “O impacto mundial do autismo na adolescência e na vida adulta”, com Thiago Gusmão, neurologista infantil especialista em TEA.
 
10h50 às 11h20 – Depoimento: A realidade no autismo, por Andreia Santana, servidora do TJMT.
 
11h20 às 12h – Palestra “Recebi o diagnóstico. E agora?”, com Jaqueline França, psicoterapeuta de crianças, adolescentes e adultos com autismo e outros transtornos do neurodesenvolvimento.
 
12h às 13h – Intervalo (almoço)
 
13h10 às 14h30 – Palestra “Direito das pessoas com TEA”. Palestrante: Paulo de Assis Ferreira da Luz, advogado, membro da Comissão de Defesa dos Autistas do Conselho Federal da OAB.
 
14h30 às 16h – Palestra: “Entendendo os níveis de suporte no Transtorno do Espectro Autista”, com Thiago Gusmão. 
 
16h às 16h40 – Palestra “ABA – uma visão prática”, com Chyntia Felix, psicopedagoga, mestre em neurociência e especialista em desenvolvimento infantil e análise do comportamento aplicada ao TEA.
 
Feira – Na mesma data, será promovida uma feira com diversos artigos alimentícios e produtos comercializados por famílias de pessoas com autismo. A feira será realizada no Espaço Gervásio Leite, durante todo o horário do evento.
 
#Paratodosverem
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: arte gráfica digital vertical com o desenho de um menino segurando um objeto em formato de coração feito com peças encaixadas, nas cores azul, rosa e amarelo. Ao redor do desenho do menino há desenhos de peças de quebra-cabeça nas mesmas cores, representando o símbolo do autismo. Ao centro está escrito 1º workshop sobre autismo, 19 abril 2024 – 9h às 17h30 local Espaço Justiça, Cultura e Arte Des. Gervásio Leite, Palácio da Justiça. Inscreva-se. Assinam a peça os logos de 150 anos do Tribunal de Justiça, Comissão de Acessibilidade e Inclusão do PJMT e Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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