POLÍTICA MT

Comissão de Saúde se reúne para discutir situação do Samu em Cuiabá

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A Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa ouviu o secretário de Saúde, Juliano Melo, sobre a transferência do serviço socorrista Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da Secretaria de Saúde para o Corpo de Bombeiros.

Com a medida, cerca de 50 profissionais, entre médicos, enfermeiros e demais especialistas, não tiveram o contrato renovado e alguns pontos de atendimentos já estão paralisados.

A reunião contou com a participação dos deputados que compõem a Comissão de Saúde, Dr. João (MDB), Lúdio Cabral (PT), Paulo Araújo (Republicanos) e Janaína Riva (MDB), além de representantes da categoria, como o presidente do Sindicato dos Profissionais da Saúde, Carlos Mesquita.

Confira matéria completa no áudio abaixo.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA MT

Max Russi defende ampliação de atendimento a crianças neurodivergentes em Mato Grosso

Presidente da ALMT afirma que Estado precisa ampliar oferta de psicólogos, fonoaudiólogos e profissionais especializados, principalmente no interior

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O deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e candidato à reeleição, defendeu a ampliação da rede de atendimento às crianças neurodivergentes no Estado. A proposta foi apresentada durante um encontro com psicólogos, assistentes sociais e servidores da área, realizado na noite desta quarta-feira (16), no Comitê 20000, em Cuiabá.

Durante a reunião, Max apontou a necessidade de aumentar a oferta de psicólogos, fonoaudiólogos e outros profissionais especializados, principalmente nos municípios do interior. Segundo o parlamentar, a demanda tem aparecido com frequência durante as agendas realizadas em diferentes regiões de Mato Grosso.

A intenção apresentada por Max é ampliar o diálogo com os municípios para estruturar uma política pública estadual que dê suporte às prefeituras e facilite o acesso das famílias aos serviços especializados. Ele também afirmou que já tratou do tema com o governador e candidato à reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos), defendendo uma participação maior do Estado na organização desse atendimento. 

“Precisamos avançar nessa política pública. É uma necessidade do nosso estado. Se temos dificuldades na capital, imagine no interior, onde é ainda mais difícil encontrar profissionais. Precisamos construir algo que consiga chegar aos municípios de Mato Grosso”, afirmou Max.

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O deputado também chamou atenção para as dificuldades enfrentadas por famílias de menor renda. Segundo ele, além da falta de profissionais, existem obstáculos relacionados ao acesso a tratamento, diagnóstico, laudos e acompanhamento especializado.

“Quanto mais humilde a família, maior é a dificuldade. Muitas mães não conseguem trabalhar porque não têm onde deixar o filho, não conseguem o tratamento, o laudo ou o cuidado necessário. Nós precisamos enfrentar isso”, declarou. 

A defesa de uma política estadual voltada às pessoas neurodivergentes já havia sido apresentada por Max durante a pré-campanha. Em julho, após visitar um projeto social em Cuiabá, o parlamentar afirmou que políticas públicas destinadas às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e suas famílias deveriam integrar as discussões dos planos de governo para 2026. 

Assistência social

O encontro também contou com a participação do secretário de Estado de Assistência Social, Klebson Gomes Haagsma; de Gisela Simona (União), candidata a vice-governadora na chapa de Otaviano Pivetta; e de Elson Ramos (Podemos), candidato a suplente de senador na chapa de Mauro Mendes (União).

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Gisela também defendeu a ampliação das políticas públicas destinadas às pessoas neurodivergentes e às pessoas com deficiência. Para ela, a construção dessas ações deve considerar a experiência dos profissionais que atuam diretamente no atendimento à população.

“Não tem outra fórmula mágica de fazer gestão. É ouvir, fazer uma escuta ativa das pessoas que são beneficiadas pelo serviço público”, afirmou. 

A proposta apresentada no encontro prevê transformar as demandas identificadas por profissionais e famílias em uma política pública estruturada, com atenção especial aos municípios do interior e às famílias que enfrentam maiores dificuldades para acessar serviços especializados.

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