TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Corregedoria Participativa encerra atividades em Lucas e segue para Nova Mutum

No último dia de atividades em Lucas do Rio Verde, quarta-feira (19) o programa Corregedoria Participativa esteve no Paço Municipal. O corregedor-geral de Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva se reuniu com o prefeito luverdense, Miguel Vaz para tratar das demandas do Executivo que aportam no Judiciário.
 
“Primeiro quero parabenizar o município que sempre teve uma administração de vanguarda. Chegamos aqui no domingo e cumprimos diversas agendas, fomos muito bem recepcionados em todos os lugares. Nosso objetivo é além de debater as demandas próprias do Judiciário colher sugestões dos Poderes e das instituições para auxiliar a melhorar os serviços em prol do cidadão”, declarou Juvenal Pereira.
 
O prefeito explanou a história de Lucas, que tem 35 anos de emancipação política e atualmente registra 90 mil habitantes, 75% da população tem até 49 anos de idade. Só a rede municipal de ensino atende 24 mil estudantes. “Temos uma população jovem e em idade produtiva. Entre as prioridades da administração estão a educação, a saúde e a segurança para o desenvolvimento da nossa cidade” citou o chefe do Executivo. “A nossa relação com o Judiciário tem sido franca e direta para construirmos soluções boas para melhorar a vida das pessoas”.
 
O desembargador estava acompanhado pela juiza auxiliar da CGJ, Christiane Costa Marques Neves e pelo juiz diretor do Foro da Comarca, Hugo José Freitas da Silva.
 
Participaram da reunião a procuradora de Lucas do Rio Verde, Derlise Marchiori e o secretário de governo Alan Togni.
 
Em seguida a comitiva da CGJ se reuniu com a advocacia de Lucas do Rio Verde, na sede da 21 subseção da OAB, onde foram recepcionados pelo tesoureiro da unidade, Wilson José da Silva Júnior e demais membros.
 
Oficiais – Antes da reunião no Paço Municipal, o corregedor-geral da Justiça ouviu solicitações de oficiais de Justiça que atuam na comarca. O bate-papo foi acompanhado pelo juiz auxiliar Emerson Cajango e juiz diretor do Foro. O presidente do Sindojus, Jaime Rodrigues e o vice-presidente, Paulo Sérgio de Souza participaram do encontro.
 
O juiz auxiliar Emerson Cajango e sua equipe finalizaram os trabalhos correicionais in loco, na diretoria do Foro.
 
O objetivo da Corregedoria Participativa é dialogar com todos os segmentos que integram ou utilizam o sistema Judiciário Estadual. A iniciativa busca aprimorar a prestação de serviços jurisdicionais e aproximar ainda mais a Justiça da sociedade.
 
Nova Mutum – A comitiva segue para Nova Mutum a tarde. Até quinta-feira serão cumpridas agendas com representantes dos Poderes Executivo e Legislativo municipal, Subseção da Ordem dos Advogados (OAB), sociedade em geral, integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública, magistrados e servidores.
 
O corregedor será recepcionado juíza diretor do Foro, Luciana de Souza Cavar Moretti, demais magistrados e servidores às 8h de quinta-feira (20), no Fórum de Nova Mutum.
 
Após, a solenidade de recepção, o juiz auxiliar da CGJ, Emerson Luís Pereira Cajango, que tem entre suas atribuições as correições, irá ministrar uma palestra sobre Gestão de Gabinete e Secretaria.
 
A juíza auxiliar Christiane da Costa Marques Neves, responsável pelos assuntos relacionados à Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA) e à violência doméstica e familiar também integra a comitiva da CGJ.
 
Paralelamente, são realizadas as correições nas unidades judiciais de Nova Mutum: 1ª, 2ª e 3ª Varas.
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação da CGJ
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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ReciclaJUD Edição Sede: guia prático mostra o que pode e o que não pode ser reciclado

Participar da campanha ReciclaJUD – Edição Sede do Tribunal de Justiça de Mato Grosso necessita de atenção a regras simples, mas essenciais para garantir que os materiais tenham destinação correta. A arrecadação ocorre entre os dias 4 e 29 de maio, e todo o material coletado será destinado à Associação de Catadores de Materiais Recicláveis de Mato Grosso (Asmats), fortalecendo a geração de renda e a inclusão social.

Confira o passo a passo:

O que pode ser reciclado

Plásticos (de alta reciclabilidade)

• Garrafas PET

• Embalagens de limpeza (PEAD)

• Potes e tampas (PP)

Papéis

• Papel branco e sulfite

• Livros e apostilas

• Materiais impressos

• Papelão

Metais

• Latas de alumínio

• Frascos de aerossol

• Tampinhas metálicas

Somente esses materiais estão autorizados para a campanha.

O que não pode?

• Materiais fora das categorias previstas

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• Resíduos misturados (sem separação)

• Itens sujos ou contaminados

Materiais fora do padrão não são recebidos nos pontos de coleta.

⚠️ Regra essencial: limpos e secos

Todos os recicláveis devem ser entregues:

• Limpos

• Secos

• Separados por tipo (plástico, papel e metal)

A exigência garante a qualidade da triagem e a segurança dos catadores.

🏠 Atenção à origem dos resíduos

• Os materiais devem vir de residências ou da comunidade

• Não é permitido descartar resíduos gerados no ambiente de trabalho

A campanha funciona como ecoponto institucional com foco no engajamento além do espaço interno.

Onde entregar

Os materiais devem ser levados a um dos pontos oficiais da campanha:

Central de Resíduos do TJMT: recebimento diário, das 11h às 14h

Anexo Antônio Arruda: recebimento às terças e quintas-feiras, das 11h às 14h

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Autor: Patrícia Neves

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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