TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Parceria entre Tribunal de Justiça e Unemat oferta vagas de mentoria acadêmica a servidores

Estão abertas até o dia 11 de maio (quinta-feira) as inscrições do processo seletivo para ingresso no Projeto de Extensão de Mentoria Acadêmica do Programa de Pós-Graduação “Diferença que faz Diferença: preparatório para ingresso em Programas de Pós-graduação”.
 
O curso será ofertado de forma gratuita pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). As vagas são remanescentes da parceria entre o Poder Judiciário de Mato Grosso, por meio do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF), através da Rede MT Ubuntu.
 
A iniciativa tem o objetivo de assegurar o aprimoramento profissional dos servidores do Poder Judiciário, com foco naqueles que atuam em atividades ligadas à execução penal e ao cumprimento de medidas socioeducativas, como também servidores de órgãos da segurança pública, com atividades afins.
 
Serão ofertadas 25 (vinte e cinco) vagas para servidores do judiciário, com atuação nas Varas Especializadas de Execução Penal e da Infância e Juventude, como também para profissionais do Sistema Penitenciário e Socioeducativo do Estado.
 
As inscrições serão realizadas exclusivamente pelo e-mail [email protected] . O candidato deverá encaminhar cópia do documento de identidade com foto e CPF, comprovante de vínculo com o sistema penitenciário ou socioeducativo de Mato Grosso ou documento que comprove atuação nas Varas de Execução Penal e/ou da Infância e Juventude, diploma de curso superior e histórico escolar. Os interessados devem ser graduados em qualquer área de conhecimento, em Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo Ministério da Educação – MEC, ou estarem cursando o último ano do ensino superior.
 
Os e-mails deverão ser encaminhados com o titulo em caixa alta contendo a palavra ‘inscrição’ seguida do ‘nome completo’ (INSCRIÇÃO – NOME COMPLETO).
 
As aulas terão início no dia 13 de maio, e serão realizadas sempre aos sábados, das 15h às 18h (horário oficial de Brasília), de forma remota, com conclusão em outubro de 2023.
 
Para maiores informações, os interessados poderão acessar o Edital de Processo Seletivo ou entrar em contato com a servidora Alianna Cardoso Vançan pelo telefone (65) 9 9275-3728.
 
Naiara Martins
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Canal e registro garante sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento à sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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