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Classificação preliminar de fisioterapeutas para ambulatório do Fórum de Cuiabá é divulgada

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A Diretoria do Foro da Comarca de Cuiabá publicou o Edital nº 1/2026 com a classificação preliminar dos candidatos ao credenciamento de fisioterapeutas. A seleção visa formar cadastro para atendimento no ambulatório do Fórum da capital.

O edital, assinado pela juíza diretora do foro, Hanae Yamamura de Oliveira, apresenta a relação dos profissionais habilitados e não habilitados no processo seletivo. A iniciativa segue as regras previstas no Provimento nº 17/2023.

De acordo com o documento, os candidatos que desejarem contestar a pontuação, a ordem de classificação ou a não habilitação poderão apresentar recurso no prazo de dois dias úteis após a publicação. O período para interposição vai de 25 a 26 de fevereiro de 2026.

O recurso deve ser devidamente fundamentado e enviado exclusivamente por meio do Protocolo Administrativo Virtual (PAV), disponível no site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). Para isso, o candidato precisa anexar a documentação em formato PDF e seguir o passo a passo indicado no edital.

Entre os não habilitados, constam candidatos que deixaram de apresentar documentos exigidos ou que não atenderam a itens específicos do edital, como certidões negativas e envio completo da documentação.

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A classificação divulgada é preliminar e poderá sofrer alterações após a análise dos recursos eventualmente apresentados.

A publicação está disponível no Diário da Justiça Eletrônico da última terça-feira (24 de fevereiro), página 79.

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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