TECNOLOGIA

Biólogo é novo diretor do Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal

O Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP), unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), está sob nova direção. A nomeação de Leandro Dênis Battirola como novo diretor foi publicada nesta quarta-feira (20), no Diário Oficial da União (DOU).

“O instituto representa uma importante ferramenta para a consolidação, não apenas da conservação do Pantanal, mas também da própria melhoria da vida da população que vive na região”, afirma o novo diretor.

Battirola foi escolhido para o cargo através de uma lista tríplice, em que foram analisados perfis nas comunidades científica, tecnológica e empresarial que se identificassem com as diretrizes técnicas e político-administrativas da unidade. O biólogo fica no lugar de Paulo Teixeira de Sousa Jr. 

“É uma grande honra assumir o cargo e minha expectativa é poder contribuir para a ciência e tecnologia nacional com foco no Pantanal”, disse Battirola.

Há mais de 20 anos trabalhando no Pantanal, o pesquisador é formado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), com mestrado em Ecologia e Conservação da Biodiversidade também pela universidade e doutorado em Entomologia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). O novo diretor ainda é professor da Faculdade de Engenharia Florestal da UFMT.

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O INPP

O INPP foi criado em 5 de fevereiro de 2014, através da Lei nº 12.954, com sede no Campus da UFMT, em Cuiabá. Ainda assim, a unidade apenas foi integrada ao MCTI em 16 de novembro de 2022, por meio do Decreto nº 11.257.

O instituto foi resultado do planejamento estratégico do Governo Federal para expansão do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI). Hoje, o INPP coordena e incentiva estudos para mapear, caracteriza e proteger o bioma pantaneiro, por meio de bolsas de pesquisa do Programa de Capacitação Institucional (PCI) do MCTI e de atividades acadêmico-científicas nacionais e internacionais.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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TECNOLOGIA

Como usar a carta celeste? A ciência explica

Observar as estrelas é uma prática milenar, usada para agricultura, navegação marítima e para medir a passagem do tempo. A carta celeste é uma representação gráfica do céu noturno, um mapa das estrelas, mostrando a localização de astros, constelações e galáxias, sendo usada a partir de uma data, hora e localização.

A carta celeste pode ajudar a entender o que se observa no céu como um guia no universo. Podendo ser utilizada por qualquer pessoa que queira aprender mais sobre estrelas e constelações, sem equipamento especial para usar.

Por onde começar?
É necessário usar a carta própria para a sua localização e no horário especificado por aplicativos ou websites, pois as estrelas mudam de posições conforme o tempo passa. Com o mapa em mãos:

  • Fique de frente para a direção sul;
  • Coloque sua carta voltada para o céu, alinhando a indicação “Sul” do papel com o sul real;
  • Oriente-se por constelações de fácil reconhecimento, como a do Cruzeiro do Sul, o cinturão de Órion ou algum planeta que esteja brilhando intensamente no momento.
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A partir daí, ficará mais fácil para se guiar e encontrar as demais constelações. O astrônomo do Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast), Eugênio Reis, explica as melhores condições para observar as estrelas com a carta celeste “Procure um local com pouca ou nenhuma poluição luminosa, com o céu limpo sem nuvens e horizonte desimpedido, de preferência, para ajudar na visualização.”

Todos os meses, o Mast, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com sede no Rio de Janeiro (RJ), publica sua carta celeste para esta cidade. Também é possível baixar ou visualizar uma carta celeste de acordo com sua localidade e horário desejado por aplicativos ou websites.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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