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TCE-MT oferece capacitação para operação do Sistema Geo-Obras; inscreva-se

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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) realiza, a partir do dia 26 deste mês, o curso para operadores do Sistema Geo-Obras, módulo do fiscalizado. Promovida por meio da Secretaria de Controle Externo de Obras e Infraestrutura, a capacitação virtual busca sanar as dúvidas de operadores do sistema nas unidades gestoras. Clique aqui para se inscrever

Com 400 vagas disponíveis, que serão distribuídas em 10 turmas, o curso terá carga horária de 30 horas e será realizado por meio da Plataforma Moodle TCE. Dentre os conteúdos que serão abordados, está o controle gerencial e uso do Geo-Obras. Além de ordenadores de despesas, como prefeitos, secretários e governador, o domínio da ferramenta também é essencial a servidores que lidam diretamente com os contratos de obras públicas.

Desenvolvido para aprimorar as prestações de contas referentes às contratações de obras e serviços de engenharia e a transparência da gestão pública, o Sistema Geo-Obras do TCE-MT é dividido em dois módulos principais: Fiscalizado e Cidadão. 

O instrumento reúne informações inseridas pelos jurisdicionados (Geo-Obras Fiscalizado), que são disponibilizadas a todos os interessados no site do TCE-MT (Geo-Obras Cidadão – clique aqui), possibilitando a utilização pelos órgãos de controle interno, externo e social. 

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Recentemente, sua interface passou por completa reestruturação, ganhando funções complementares e facilitando o gerenciamento de informações. Deste modo, amplifica o acesso à informação, oferecendo suporte no controle das obras públicas e outros serviços de engenharia realizados pelo Governo do Estado e pelas prefeituras mato-grossenses.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT 
E-mail: [email protected]
Flickr: clique aqui

Fonte: TCE MT – MT

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Vaidade de Sérgio Ricardo pode adiar sonho de Antônio Joaquim de voltar à presidência do TCE

Atual presidente é apontado nos bastidores como interessado em permanecer no comando da Corte de Contas, movimento que dificulta a ascensão de outros conselheiros.

A sucessão na presidência do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) já movimenta os bastidores da instituição e tem como principal personagem o atual presidente, Sérgio Ricardo.

Nos corredores da Corte, cresce a avaliação de que o conselheiro pretende buscar um novo mandato, mesmo diante da expectativa de alternância no comando do órgão.

Interlocutores próximos ao Tribunal afirmam que a permanência de Sérgio Ricardo estaria diretamente ligada ao desejo de manter influência sobre os rumos administrativos e políticos da instituição.

A avaliação de alguns conselheiros é que a forte vaidade do atual presidente dificulta a construção de um consenso em torno da renovação da Mesa Diretora.

Nesse cenário, um dos principais afetados seria o conselheiro Antônio Joaquim. Veterano da Corte e ex-presidente do TCE, ele é apontado há anos como um dos nomes naturais para retornar ao comando da instituição.

Entretanto, a eventual decisão de Sérgio Ricardo de disputar novamente a presidência pode adiar, mais uma vez, o projeto político-administrativo de Antônio Joaquim.

Nos bastidores, há quem interprete o movimento como uma demonstração de que Sérgio Ricardo não estaria disposto a abrir espaço para que outro colega conselheiro assuma o protagonismo na Corte de Contas. A permanência no cargo, segundo essa leitura, seria impulsionada não apenas por questões administrativas, mas também pelo capital político acumulado durante sua gestão.

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Embora nenhuma candidatura tenha sido oficialmente lançada, o tema já provoca debates entre membros do Tribunal e agentes políticos ligados ao sistema de controle externo. A expectativa é de que as conversas se intensifiquem nos próximos meses, à medida que o processo eleitoral interno se aproxima.

Caso a reeleição de Sérgio Ricardo se confirme, Antônio Joaquim poderá ter de aguardar mais um ciclo para tentar concretizar o objetivo de voltar a presidir o Tribunal de Contas, cargo que já ocupou em outras oportunidades e que continua sendo visto por seus apoiadores como uma meta legítima dentro da trajetória do conselheiro.

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