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TCE-MT apresenta estratégia do GPE a representantes do Governo Federal
| Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT |
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| Subsecretário da Seplan, Guilherme de Almeida. Clique aqui para ampliar |
As diretrizes para o monitoramento e desenvolvimento das metas do Programa de Gerenciamento do Planejamento Estratégico (GPE) do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) foram apresentadas a representantes do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (Seges/MGI), nesta terça-feira (13).
Os dados referentes ao trabalho, conduzido pela Secretaria de Planejamento, Integração e Coordenação (Seplan), poderão subsidiar ações do projeto Rede de Parcerias, que, por meio da governança colaborativa, visa a melhoria da gestão de recursos da União e promove a capacitação, comunicação e transparência entre as entidades participantes.
Na ocasião, o subsecretário da Seplan, Guilherme de Almeida, explicou que o êxito do projeto se deve, dentre outros, à interlocução com os gestores e à integração entre todos os setores da administração, uma vez que as metas consideram critérios já estabelecidos em outras políticas, como o Planejamento Plurianual (PPA), por exemplo.
“Sabemos que o gestor tem uma série de diretrizes para seguir. O GPE dá corpo para isso de maneira mais clara, porque está definido ali onde ele quer chegar por meio de números. Então, todo o ambiente das políticas públicas está consolidado no planejamento do GPE”, explicou.
Além disso, o treinamento e sensibilização dos servidores municipais foram apontados como etapas fundamentais para a implementação da ferramenta, o que chamou a atenção da coordenadora-geral de Governança Colaborativa e Gestão do Conhecimento do Ministério, Tâmara de Castro, que destacou o caráter orientativo do programa.
“Esta é a materialização do discurso de que o TCE não é apenas um órgão punitivo e que está lado a lado do gestor no dia a dia. A gente precisa colocar essa apresentação na agenda que temos com órgãos de controle, porque é uma ferramenta que não foi criada para fiscalizar e punir, mas para incentivar a gestão”, pontuou ela.
Na ocasião, Tâmara também explicou que hoje a Rede Parcerias busca estratégias para reduzir o número de municípios com baixa maturidade em governança. “O modelo já traz ao gestor o que ele tem que se preocupar na gestão pública. A ideia é aumentar o monitoramento e o grau de maturidade em governança em gestão”, disse.
O GPE
| Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT |
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| GPE é o Programa de Gerenciamento do Planejamento Estratégico do TCE-MT. Clique aqui para ampliar |
Com duração de 12 anos, O GPE foi lançado pelo Tribunal em 2022 com o objetivo de desburocratizar processos, reduzir erros e dar efetividade às políticas de desenvolvimento econômico e social dos municípios. Para tanto, o programa estabelece eixos e metas para diferentes áreas, como educação, saúde e infraestrutura.
“Consideramos que este é um prazo razoável para que haja evolução significativa e para que três gestões diferentes possam passar por ali e analisar os resultados, para que não sejam mudados de maneira abrupta”, afirmou Guilherme.
Em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o projeto oferece consultoria a gestores de 120 dos 142 municípios do estado. Dentre os adesos, 110 já elaboraram seus planos e implementaram o sistema, o que significa uma abrangência de 89% da população, ou 3,2 milhões de habitantes.
Consultoria ampliada
| Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT |
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| Capacitação dos novos consultores do GPE e reciclagem dos profissionais que já atuavam no programa. Clique aqui para ampliar |
Neste mês, o programa ampliou o número de consultores da UFMT, que foram capacitados na Escola Superior de Contas. Atualmente, cada um dos 120 municípios que já aderiram ao GPE conta com um professor responsável, com quem se reúne virtualmente uma vez por semana.
A qualificação também contou com a reciclagem de profissionais que já atuavam no projeto. “Isso é necessário para entender qual é a situação daquele município, como ele está levando o seu planejamento estratégico adiante, possibilitando eventuais correções de falhas, para verificar o que está dando certo”, salientou Guilherme de Almeida.
O professor da UFMT e consultor do GPE, Edson Rodrigues de Aro, explica que, a partir da capacitação, os professores poderão contribuir com os gestores desde a criação da identidade organizacional, passando pelo desenvolvimento do mapa estratégico até o acompanhamento do monitoramento de todas as metas desenvolvidas durante o ano.
“Nestes anos de parceria, obtivemos êxito em diversas áreas de atendimento à população, como saúde e educação, por exemplo. Esses resultados positivos, esses indicadores, refletem diretamente na sociedade, que recebe serviços de qualidade. Esse é nosso principal objetivo”, concluiu o professor.
Secretaria de Comunicação/TCE-MT
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Fonte: TCE MT – MT
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TCE aprova contas de 2025 da gestão Mauro e destaca avanços em segurança e educação
Parecer do Tribunal de Contas reconhece superávit de R$ 3,4 bilhões, maior resultado financeiro dos últimos cinco anos e cumprimento dos limites constitucionais
O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) emitiu parecer prévio favorável às contas de governo de 2025, último exercício completo da gestão Mauro Mendes à frente do Governo do Estado. O voto do relator, conselheiro José Carlos Novelli, foi aprovado por unanimidade pelo Plenário.
Entre os principais resultados apontados pelo Tribunal estão um saldo positivo de R$ 3,4 bilhões nas contas do Estado e R$ 9,7 bilhões disponíveis em caixa, maior valor dos últimos cinco anos. O relatório também destacou que Mato Grosso terminou 2025 com as contas equilibradas e uma situação financeira positiva de R$ 5,5 bilhões em relação às dívidas.
O relatório também reconheceu o cumprimento dos principais limites constitucionais e legais. Mato Grosso destinou 26,73% da receita para a Educação, acima do mínimo de 25%, e 17,47% para a Saúde, enquanto o limite para despesas com pessoal ficou em 45,54%, abaixo do teto de 60% da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Para o candidato ao Senado, Mauro Mendes, o resultado é consequência de uma gestão baseada em planejamento, responsabilidade com o dinheiro público e capacidade de transformar o equilíbrio das contas em investimentos que chegam diretamente à população.
“Quando se trabalha com seriedade, planejamento e responsabilidade, os resultados aparecem. Nós organizamos as contas do Estado para poder fazer aquilo que realmente importa: investir. Fizemos os maiores investimentos em obras e ações da história de Mato Grosso, levando serviços, infraestrutura e melhorias para perto da casa do cidadão, em todas as regiões”, afirmou Mauro.
Em 2025, a receita arrecadada pelo Estado chegou a R$ 42,6 bilhões, valor 15,16% superior à previsão inicial. O resultado financeiro, segundo o TCE, demonstra a capacidade fiscal acumulada pelo Estado ao final do exercício.
O parecer do conselheiro Novelli também registrou resultados positivos em áreas específicas das políticas públicas. Na segurança, houve redução dos homicídios e dos roubos de veículos. Na educação, os dados disponíveis apontaram melhora nos índices do Ideb. Já a cobertura geral de abastecimento de água ficou acima da média nacional. Na previdência estadual, houve redução de 6,01% no déficit atuarial da MT Prev, que terminou o exercício em R$ 58,3 bilhões.
“O Estado encerrou o exercício com resultado orçamentário ajustado positivo, elevada disponibilidade financeira, endividamento sob controle e cumprimento dos principais limites constitucionais e legais relativos à educação, à saúde e às despesas com pessoal. Esse cenário evidencia a capacidade fiscal do Governo de sustentar e aprimorar as políticas públicas e os investimentos estaduais”, afirmou Novelli.
O processo segue agora para julgamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
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