TCE MT
MBA em Gestão de Cidades do TCE-MT trata de Previdência Municipal
| Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT |
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| A aula foi ministrada pelo secretário-executivo de Gestão de Pessoas do TCE-MT, Eneias Viegas da Silva. Clique aqui para ampliar |
O 18º módulo do MBA em Gestão de Cidades, promovido pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) em parceria com a Fadisp, tratou sobre o tema da Previdência Municipal, nesta sexta-feira (10). A aula, realizada no auditório da Escola Superior de Contas, foi ministrada pelo secretário-executivo de Gestão de Pessoas do TCE-MT, Eneias Viegas da Silva.
“Nesta aula vamos trazer o nascimento da previdência, o que ela é, como surgiu, o que deu errado ou certo até hoje, como está a previdência atualmente, tanto do Estado como nos municípios e de um modo Nacional. Vamos tratar também do que pode ser feito, o que que nós podemos copiar do que deu certo e o que podemos tirar daquilo que está dando errado. De modo geral, é tratar de pessoas, do futuro”, esclareceu o secretário no início de sua apresentação.
Ao longo do encontro, o professor abordou a sustentabilidade do setor previdenciário, a Reforma da Previdência e a responsabilidade na gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS), com apoio do secretário-executivo do Ministério Público de Contas de Mato Grosso (MPC-MT), Felix Alberto Ciekalski, e do técnico de Controle Público Externo do TCE-MT Marco Aurelio Queiroz De Souza.
Sobre o tema da aula, Ciekalski destacou o trabalho realizado pelos órgãos de controle externo. “A previdência é um assunto muito caro para a sociedade. O Tribunal de Contas e o Ministério Público de Contas têm estado juntos, cuidando desse assunto com muita seriedade para que a sociedade receba esse saldo”, disse.
| Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT |
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| O módulo contou com a participaração do scretário-executivo do MPC-MT, Felix Alberto Ciekalski, e do técnico de Controle Público Externo do TCE-MT Marco Aurelio Queiroz De Souza. Clique aqui para ampliar |
Para ele, a governança na previdência é de grande interesse dos gestores. “A governança da previdência é muito importante e os gestores aqui presentes devem aproveitar para desfrutar dessa aula, justamente para se capacitar e fazer com que esse tema tão árduo para nós seja cada vez mais trabalhado e mais efetivo”, argumentou o representante do MPC-MT.
Para o técnico do TCE-MT Marco Aurélio de Souza, a situação atual da previdência social é administrável por meio de uma gestão competente e transparente, mas ele destaca os contornos históricos do sistema público previdenciário.
“Para se ter uma ideia, no Brasil, até os anos 1970, existiam 10 empregados para cada um ou dois aposentados, então realmente sobrava dinheiro. Só que o Brasil não criou esse colchão financeiro e o dinheiro foi usado em várias obras como a Ponte Rio-Niterói, a construção de Brasília, a Transamazônica e, hoje, nós estamos pagando por isso”, relatou Souza.
A pós-graduação em Gestão de Cidades faz parte da estratégia da atual gestão do TCE-MT, presidida pelo conselheiro Sérgio Ricardo, para fortalecer a capacitação contínua de servidores e gestores públicos. O curso tem carga horária de 360 horas, conta com cerca de mil alunos e é coordenado pelo procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Alisson Carvalho de Alencar.
Secretaria de Comunicação/TCE-MT
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Fonte: TCE MT – MT
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TCE aprova contas de 2025 da gestão Mauro e destaca avanços em segurança e educação
Parecer do Tribunal de Contas reconhece superávit de R$ 3,4 bilhões, maior resultado financeiro dos últimos cinco anos e cumprimento dos limites constitucionais
O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) emitiu parecer prévio favorável às contas de governo de 2025, último exercício completo da gestão Mauro Mendes à frente do Governo do Estado. O voto do relator, conselheiro José Carlos Novelli, foi aprovado por unanimidade pelo Plenário.
Entre os principais resultados apontados pelo Tribunal estão um saldo positivo de R$ 3,4 bilhões nas contas do Estado e R$ 9,7 bilhões disponíveis em caixa, maior valor dos últimos cinco anos. O relatório também destacou que Mato Grosso terminou 2025 com as contas equilibradas e uma situação financeira positiva de R$ 5,5 bilhões em relação às dívidas.
O relatório também reconheceu o cumprimento dos principais limites constitucionais e legais. Mato Grosso destinou 26,73% da receita para a Educação, acima do mínimo de 25%, e 17,47% para a Saúde, enquanto o limite para despesas com pessoal ficou em 45,54%, abaixo do teto de 60% da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Para o candidato ao Senado, Mauro Mendes, o resultado é consequência de uma gestão baseada em planejamento, responsabilidade com o dinheiro público e capacidade de transformar o equilíbrio das contas em investimentos que chegam diretamente à população.
“Quando se trabalha com seriedade, planejamento e responsabilidade, os resultados aparecem. Nós organizamos as contas do Estado para poder fazer aquilo que realmente importa: investir. Fizemos os maiores investimentos em obras e ações da história de Mato Grosso, levando serviços, infraestrutura e melhorias para perto da casa do cidadão, em todas as regiões”, afirmou Mauro.
Em 2025, a receita arrecadada pelo Estado chegou a R$ 42,6 bilhões, valor 15,16% superior à previsão inicial. O resultado financeiro, segundo o TCE, demonstra a capacidade fiscal acumulada pelo Estado ao final do exercício.
O parecer do conselheiro Novelli também registrou resultados positivos em áreas específicas das políticas públicas. Na segurança, houve redução dos homicídios e dos roubos de veículos. Na educação, os dados disponíveis apontaram melhora nos índices do Ideb. Já a cobertura geral de abastecimento de água ficou acima da média nacional. Na previdência estadual, houve redução de 6,01% no déficit atuarial da MT Prev, que terminou o exercício em R$ 58,3 bilhões.
“O Estado encerrou o exercício com resultado orçamentário ajustado positivo, elevada disponibilidade financeira, endividamento sob controle e cumprimento dos principais limites constitucionais e legais relativos à educação, à saúde e às despesas com pessoal. Esse cenário evidencia a capacidade fiscal do Governo de sustentar e aprimorar as políticas públicas e os investimentos estaduais”, afirmou Novelli.
O processo segue agora para julgamento da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
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