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Ao consolidar informações dos 141 municípios, Radar Saúde detecta deficiências e subsidia políticas públicas

Aliado no diagnóstico das condições de saúde da população mato-grossense, o painel Saúde, módulo do sistema Radar de Controle Público do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), consolida informações dos 141 municípios do estado, aumentando a transparência e subsidiando políticas públicas efetivas para a área. Acesse aqui

De acordo com o presidente da Comissão Permanente de Saúde e Assistência Social (CPSA) do TCE-MT, conselheiro Guilherme Antonio Maluf, a ferramenta permite detectar as deficiências dos serviços prestados e possibilita a execução de ações preventivas e proativas a partir dos resultados constatados.

“Nossa proposta, ao lançar o Radar Saúde, foi garantir indicadores completos na saúde. Essas informações possibilitam análises, estudos e o desenvolvimento de políticas públicas baseadas em evidências, para que as ações adotadas pela administração pública beneficiem de fato o cidadão”, explicou.

Para o conselheiro, o painel também é um pontapé para a idealização de um programa de avaliação das políticas públicas na área. “Políticas públicas ineficientes resultam em perdas incalculáveis tão quanto à corrupção. Por isso precisamos estimular ações mais eficazes e mais eficientes no nosso país.”

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Para o levantamento, o painel consolida dados junto a fontes oficiais, como a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Nele, são apontados, por exemplo, a quantidade de leitos das unidades de saúde dos municípios de Mato Grosso. Há ainda números sobre consultas pré-natal, mortalidade infantil, beneficiários de planos privados de saúde, quantidade de equipamentos e profissionais, dentre outros.

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Fonte: TCE MT – MT

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Vaidade de Sérgio Ricardo pode adiar sonho de Antônio Joaquim de voltar à presidência do TCE

Atual presidente é apontado nos bastidores como interessado em permanecer no comando da Corte de Contas, movimento que dificulta a ascensão de outros conselheiros.

A sucessão na presidência do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) já movimenta os bastidores da instituição e tem como principal personagem o atual presidente, Sérgio Ricardo.

Nos corredores da Corte, cresce a avaliação de que o conselheiro pretende buscar um novo mandato, mesmo diante da expectativa de alternância no comando do órgão.

Interlocutores próximos ao Tribunal afirmam que a permanência de Sérgio Ricardo estaria diretamente ligada ao desejo de manter influência sobre os rumos administrativos e políticos da instituição.

A avaliação de alguns conselheiros é que a forte vaidade do atual presidente dificulta a construção de um consenso em torno da renovação da Mesa Diretora.

Nesse cenário, um dos principais afetados seria o conselheiro Antônio Joaquim. Veterano da Corte e ex-presidente do TCE, ele é apontado há anos como um dos nomes naturais para retornar ao comando da instituição.

Entretanto, a eventual decisão de Sérgio Ricardo de disputar novamente a presidência pode adiar, mais uma vez, o projeto político-administrativo de Antônio Joaquim.

Nos bastidores, há quem interprete o movimento como uma demonstração de que Sérgio Ricardo não estaria disposto a abrir espaço para que outro colega conselheiro assuma o protagonismo na Corte de Contas. A permanência no cargo, segundo essa leitura, seria impulsionada não apenas por questões administrativas, mas também pelo capital político acumulado durante sua gestão.

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Embora nenhuma candidatura tenha sido oficialmente lançada, o tema já provoca debates entre membros do Tribunal e agentes políticos ligados ao sistema de controle externo. A expectativa é de que as conversas se intensifiquem nos próximos meses, à medida que o processo eleitoral interno se aproxima.

Caso a reeleição de Sérgio Ricardo se confirme, Antônio Joaquim poderá ter de aguardar mais um ciclo para tentar concretizar o objetivo de voltar a presidir o Tribunal de Contas, cargo que já ocupou em outras oportunidades e que continua sendo visto por seus apoiadores como uma meta legítima dentro da trajetória do conselheiro.

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