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TCE-MT fortalece debate pelo fim das desigualdades regionais em fórum permanente criado pela ALMT

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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O conselheiro-presidente, Sérgio Ricardo, anunciou a parceria com o Legislativo em reunião com o deputado estadual Thiago Silva nesta quarta-feira. Clique aqui para ampliar.

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, vai integrar o Fórum Mato-grossense de Desenvolvimento Regional da Assembleia Legislativa (ALMT) e fortalecer o debate pelo fim das desigualdades regionais. 

A parceria com o Legislativo foi anunciada pelo presidente nesta quarta-feira (11), em reunião com o deputado estadual Thiago Silva, autor da lei n° 11.519 que cria o Fórum e presidente da Comissão Setorial Temática de Desenvolvimento Regional. 

“Parabenizo o deputado estadual Thiago Silva pelo trabalho e empenho, pois a solução para Mato Grosso está no desenvolvimento regional. É necessário promover políticas permanentes, independentemente de governo A ou B, para cuidar das pessoas dos 142 municípios. Essa é uma das discussões mais importantes para o futuro do estado”, afirmou Sérgio Ricardo. 

Na ocasião, o presidente do TCE também sugeriu a realização de fóruns em pequenos municípios. “Enquanto deputado, fiz um simpósio em Indiavaí e sugiro que a gente realize o fórum em São José dos Quatro Marcos, Poxoréu, por exemplo. Um dos meus primeiros atos como presidente do TCE-MT foi visitar e conhecer Araguainha, discutindo o desenvolvimento da cidade e da região”, comentou.  

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Thiago Silva, por sua vez, agradeceu ao presidente do TCE pela receptividade e luta pelo fim das desigualdades regionais. “Nós já contamos com representantes do TCE-MT na Câmara Setorial e agora vamos contar com essa parceria fundamental para o Fórum. Para nós, é muito importante a participação do Sérgio Ricardo porque ele é um estudioso e defensor do desenvolvimento regional.” 

O Fórum Mato-grossense de Desenvolvimento Regional será implementado em 2025 pela ALMT, em parceria com o TCE-MT e outras instituições. O objetivo será promover o desenvolvimento para todas as regiões do estado. “A grande produção estadual, acima da capacidade de consumo da população mato-grossense, ainda não foi capaz de desenvolver as estruturas regionais e alavancar o grau de bem-estar da população e o Fórum Regional irá trabalhar projetos e alternativas viáveis que possam propiciar o desenvolvimento social e econômico, garantindo qualidade de vida para todos os mato-grossenses”, concluiu o deputado.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT 
E-mail: [email protected]

Fonte: TCE MT – MT

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Vaidade de Sérgio Ricardo pode adiar sonho de Antônio Joaquim de voltar à presidência do TCE

Atual presidente é apontado nos bastidores como interessado em permanecer no comando da Corte de Contas, movimento que dificulta a ascensão de outros conselheiros.

A sucessão na presidência do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) já movimenta os bastidores da instituição e tem como principal personagem o atual presidente, Sérgio Ricardo.

Nos corredores da Corte, cresce a avaliação de que o conselheiro pretende buscar um novo mandato, mesmo diante da expectativa de alternância no comando do órgão.

Interlocutores próximos ao Tribunal afirmam que a permanência de Sérgio Ricardo estaria diretamente ligada ao desejo de manter influência sobre os rumos administrativos e políticos da instituição.

A avaliação de alguns conselheiros é que a forte vaidade do atual presidente dificulta a construção de um consenso em torno da renovação da Mesa Diretora.

Nesse cenário, um dos principais afetados seria o conselheiro Antônio Joaquim. Veterano da Corte e ex-presidente do TCE, ele é apontado há anos como um dos nomes naturais para retornar ao comando da instituição.

Entretanto, a eventual decisão de Sérgio Ricardo de disputar novamente a presidência pode adiar, mais uma vez, o projeto político-administrativo de Antônio Joaquim.

Nos bastidores, há quem interprete o movimento como uma demonstração de que Sérgio Ricardo não estaria disposto a abrir espaço para que outro colega conselheiro assuma o protagonismo na Corte de Contas. A permanência no cargo, segundo essa leitura, seria impulsionada não apenas por questões administrativas, mas também pelo capital político acumulado durante sua gestão.

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Embora nenhuma candidatura tenha sido oficialmente lançada, o tema já provoca debates entre membros do Tribunal e agentes políticos ligados ao sistema de controle externo. A expectativa é de que as conversas se intensifiquem nos próximos meses, à medida que o processo eleitoral interno se aproxima.

Caso a reeleição de Sérgio Ricardo se confirme, Antônio Joaquim poderá ter de aguardar mais um ciclo para tentar concretizar o objetivo de voltar a presidir o Tribunal de Contas, cargo que já ocupou em outras oportunidades e que continua sendo visto por seus apoiadores como uma meta legítima dentro da trajetória do conselheiro.

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