SAÚDE

SUS contará com 600 profissionais aprovados em concurso da Fiocruz

O Sistema Único de Saúde (SUS) será fortalecido com a integração de mais 225 novos profissionais provenientes do cadastro de excedentes do último concurso público da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), conforme previsto na Portaria MGI nº 2.849, de 16 de junho de 2023. Com essa nova medida, o governo amplia para 600 o total de vagas autorizadas para o concurso 2023/2024, somando o novo contingente às vagas originais e adicionais já previstas anteriormente. 

O documento de autorização foi assinado nesta quarta-feira (7), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com a presença do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e do presidente da Fiocruz, Mario Moreira. A formalização foi publicada no DOU por meio do Decreto nº 12.810. 

“Esse reforço no quadro de servidores é essencial para que a Fiocruz e o SUS mantenham sua capacidade de resposta frente às emergências sanitárias e na produção, disseminação e compartilhamento de conhecimentos e tecnologias no âmbito nacional e global”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. 

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A autorização contempla exclusivamente a recomposição de quadros de nível superior, distribuídos estrategicamente em três carreiras: 75 vagas para Analista de Gestão em Saúde, 75 para Pesquisador em Saúde Pública e 75 para Tecnologista em Saúde Pública. 

“Este é um avanço significativo na consolidação do nosso quadro sob o Regime Jurídico Único, que precisa ser fortalecido e ampliado”, destacou o presidente da Fiocruz, Mario Moreira. “Agradeço, em nome da Fundação, o apoio do presidente Lula, da ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, e do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cuja atuação foi fundamental para a concretização desta conquista, que reafirma o compromisso do governo federal com a valorização do serviço público, da Fiocruz e do SUS”, concluiu. 

A recomposição e o fortalecimento da força de trabalho da Fiocruz são fundamentais para assegurar a capacidade institucional de responder às crescentes demandas da sociedade. Nesse contexto, o provimento excepcional de vagas busca ampliar e qualificar a atuação da Fundação, contribuindo de forma direta para o fortalecimento e a consolidação do SUS. 

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Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Dia D intensifica vacinação contra chikungunya em território indígena de Dourados (MS)

O Ministério da Saúde acompanhou, nesta terça-feira (5), o Dia D de vacinação contra a chikungunya em Dourados (MS), com mobilização concentrada na reserva indígena. A ação integra o conjunto de medidas do Governo do Brasil para reduzir a transmissão da doença no município, que enfrenta aumento de casos, especialmente entre a população indígena. A vacina, desenvolvida pelo Instituto Butantan, foi aprovada Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para pessoas de 18 a 59 anos com maior risco de exposição à doença.

Na reserva indígena, que conta com cerca de 22,5 mil pessoas, aproximadamente 10 mil estão na faixa etária indicada para vacinação. Para intensificar a cobertura, o Dia D concentra esforços em áreas prioritárias, como as aldeias Jaguapiru II e Bororó II, com apoio de vacimóvel para ampliar o acesso da população. 

Para apoiar a estratégia local, foram enviadas 46,5 mil doses da vacina contra a chikungunya. Do total, 43,5 mil doses foram enviadas a Dourados e 3 mil a Itaporã, conforme critérios epidemiológicos e capacidade operacional da rede de frio. 

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A campanha de vacinação teve início no dia 27 de abril e segue orientações técnicas do Ministério da Saúde, que incluem a realização de microplanejamento para priorizar áreas de maior risco e otimizar o uso das doses disponíveis. A estratégia prevê ações extramuros, com equipes atuando diretamente nos territórios, e a realização do Dia D como forma de ampliar o acesso e acelerar a cobertura vacinal.

A ação em Dourados integra a estratégia nacional de enfrentamento às arboviroses, com foco na ampliação da cobertura vacinal, fortalecimento da vigilância e qualificação da assistência. A vacinação contra a chikungunya já foi iniciada em outros municípios priorizados em diferentes estados, como Sergipe, Minas Gerais e São Paulo, conforme o cenário epidemiológico local.

A vacina contra chikungunya é um projeto do Instituto Butantan e é a primeira do mundo aprovada para prevenir a doença. O imunizante utiliza tecnologia de vírus atenuado e, por isso, não deve ser aplicado em gestantes, lactantes, pessoas imunossuprimidas ou com múltiplas comorbidades não controladas, além de indivíduos com alergia aos componentes da vacina.

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Edjalma Borges
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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