SAÚDE

Ministério da Saúde e Fiocruz realizam audiência pública sobre estudo de viabilidade de integração do Hospital Federal da Lagoa com o IFF/Fiocruz

O Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizam, na próxima sexta-feira (22), audiência pública on-line para apresentar os resultados do estudo de viabilidade de integração do Hospital Federal da Lagoa (HFL) com o Instituto Nacional da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira da Fiocruz. A transmissão será feita pelo canal do YouTube, das 9h30 às 12h.

Os interessados poderão apresentar contribuições mediante inscrição prévia até 20 de agosto, pelo e-mail [email protected], com as seguintes informações: Nome, CPF, e-mail e instituição/organização/órgão/entidade/sindicato representa. Após a inscrição, será encaminhado, por e-mail, o link de acesso para participação na audiência pública. Não será possibilitada a participação de quem não se inscrever previamente. Cada instituição/organização/órgão/entidade/sindicato poderá indicar apenas um representante.

Programação:

  • 09:30 às 10h – Apresentação pelo Ministério da Saúde e pela Fiocruz.
  • 10h às 10:50 – Falas dos representantes do Ministério Público Federal, Defensoria Pública da União, Tribunal de Contas da União, Conselho Estadual de Saúde do Rio de Janeiro e Conselho Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (10 minutos por participante).
  • 10:50 às 11:40 – Fala dos inscritos (2 minutos por participante).
  • 11h40 às 12h – Encerramento com considerações finais.
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Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Ministério da Saúde inicia o Vigitel 2026 e amplia pesquisa sobre fatores de risco para doenças crônicas

O Ministério da Saúde deu início à edição 2026 do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), uma das principais pesquisas nacionais voltadas ao monitoramento da saúde da população brasileira. As entrevistas serão realizadas até o final de dezembro, com a divulgação dos resultados prevista para o primeiro semestre de 2027. 

Realizado anualmente desde 2006, o Vigitel acompanha a frequência e a distribuição de fatores de risco e proteção relacionados às Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), como obesidade, consumo alimentar, comportamento sedentário, inatividade física, tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas. O levantamento também reúne informações sobre a realização de exames preventivos para câncer, o diagnóstico de diabetes, hipertensão, depressão e comportamentos no trânsito. 

Em 2026, a pesquisa dá continuidade ao processo de expansão iniciado no ano passado. Antes restrito às capitais, o Vigitel passou a incluir moradores de municípios das regiões metropolitanas e cidades do interior, ampliando a representatividade dos dados e o alcance das informações coletadas. A expectativa é de que mais de 100 mil pessoas participem desta edição. 

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Fatores de risco 

Além dos indicadores tradicionais da série histórica, o questionário rotativo deste ano aborda temas estratégicos para a saúde pública, definidos a partir de sugestões das áreas técnicas do Ministério da Saúde. Entre os assuntos incluídos estão climatério e menopausa, poluição do ar e desastres naturais. 

Políticas públicas 

Os dados produzidos pelo Vigitel são fundamentais para orientar políticas públicas de promoção da saúde, prevenção e controle das doenças crônicas, além de subsidiar ações voltadas a novos desafios sanitários enfrentados pela população brasileira. 

Para fortalecer a coleta de informações, o Ministério da Saúde reforça a importância da participação da população, especialmente nos estados das regiões Norte e Nordeste, onde edições anteriores registraram maior dificuldade de adesão. 

Durante as entrevistas, a segurança dos participantes é prioridade. Os entrevistadores do Vigitel não solicitam CPF, dados bancários ou qualquer informação financeira. As únicas informações pessoais pedidas são idade, sexo, escolaridade, estado civil e raça/cor da pele. 

Ao atender à ligação e participar da pesquisa, cada cidadão contribui diretamente para a produção de dados confiáveis, que ajudam a aprimorar as políticas públicas e a promover mais qualidade de vida para a população brasileira. “O Vigitel é uma ferramenta estratégica para compreendermos melhor os desafios de saúde da população brasileira e planejarmos respostas mais efetivas. Cada participação fortalece o SUS e contribui para políticas públicas baseadas em evidências”, destacou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Mariângela Simão. 

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João Moraes
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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