POLÍTICA NACIONAL

Vai à Câmara piso salarial para zootecnista

Publicados

em

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) confirmou, nesta quarta-feira (27), a aprovação do projeto que estabelece o piso salarial dos profissionais de zootecnia em valor equivalente a seis salários mínimos — soma que atualmente corresponde a R$ 8.472. O texto vai à Câmara dos Deputados, salvo se houver recurso para análise em Plenário.

O projeto de lei (PL) 2.816/2023, do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), foi acatado em turno suplementar, que é uma segunda análise exigida quando a votação é final na comissão. A CAS é presidida pelo senador Humberto Costa (PT-PE).

Para a relatora, senadora Teresa Leitão (PT-PE), os zootecnistas exercem atividades similares às dos agrônomos e veterinários, de forma que é justo que tenham piso salarial igual ao desses profissionais.

“Não há dúvida da importância do profissional na melhoria da produção e da qualidade dos produtos e serviços de origem animal. É por meio de sua atuação que se garante a segurança alimentar do povo brasileiro, assim como o bem-estar dos animais… [O zootecnista] anda de mãos dadas com o labor desempenhado por veterinários e agrônomos, não havendo motivo razoável para que os seus profissionais não sejam beneficiados pelo piso salarial. Enquanto a remuneração média dos primeiros gira em torno de R$ 3 mil, o piso salarial dos outros dois é de seis salários mínimos, o que totaliza R$ 8.472”, diz a senadora no documento.

Leia Também:  Projeto destina 5% da arrecadação de multas para a área de educação no trânsito

Para isso, o projeto altera a Lei 4.950-A, de 1966, que trata da remuneração dos diplomados em engenharia, química, arquitetura, agronomia e veterinária.

Antes de passar na CAS, o projeto foi analisado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde recebeu o substitutivo da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO), que foi mantido por Teresa.

A profissão

Os zootecnistas praticam clínica médica veterinária em todas as suas especialidades, segundo o Ministério do Trabalho. Também podem atuar nas áreas comercial agropecuária, de biotecnologia e de preservação ambiental. Os profissionais devem ter escolaridade de ensino superior completo ou formação em cursos superiores de tecnologia.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Em sessão especial, representantes da maçonaria destacam papel da instituição

Publicados

em

Em sessão especial nesta sexta-feira (28) em homenagem ao Dia do Maçom, comemorado anualmente em 20 de agosto, representantes de organizações maçônicas de vários estados brasileiros lembraram o papel da instituição na história do país e defenderam a aproximação entre as diversas vertentes da maçonaria.

O dia 20 de agosto refere-se à fundação do Grande Oriente do Brasil (GOB), com a fusão das lojas Esperança, Comércio e Artes, União e Tranquilidade, no Rio de Janeiro, em 1822. Naquela ocasião, o maçom Joaquim Gonçalves Ledo defendeu a urgência da independência do Brasil, proclamada por Dom Pedro I semanas depois.

— A comemoração do dia de hoje se dá principalmente por ter sido a Proclamação da Independência o resultado incansável do trabalho de maçons que iniciaram um movimento liberal – afirmou o senador Izalci Lucas (PL-DF), um dos autores do requerimento para a realização da sessão.

Entidades maçônicas

Participaram da sessão lideranças das diferentes vertentes da maçonaria no Brasil, como o Grande Oriente do Brasil, a Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB) e a Confederação Maçônica do Brasil (Comab). Secretário-geral da CMSB, Armando Assumpção defendeu um fortalecimento da relação entre as três, ressalvando que cada uma tem plena autonomia e sua própria história e estrutura.

Leia Também:  Davi rebate acusação e vai agir para esclarecer denúncia

O grão-mestre geral do GOB, Ademir Cândido da Silva, destacou o papel histórico da maçonaria.

— Há instituições que atravessam a história, e há instituições que ajudam a história a encontrar o seu caminho – afirmou.

Secretário-geral da Comab, Cassiano Moreno afirmou que a maçonaria atual deve “honrar o legado” das gerações anteriores, atuando em um Brasil “cheio de desafios, que ainda convive com desigualdades, violência, intolerância, corrupção, pobreza e a dificuldade de convivermos com quem pensa diferente de nós”.

Adalberto Alízio Eyng, grão-mestre geral adjunto do GOB, afirmou que ser maçom é “ser amante da virtude, da sabedoria e da justiça, é estender a mão a quem sofre, é ser voz diante da injustiça, cultivar a harmonia das famílias e, em especial, promover a concórdia entre os homens”. Presidente da CMSB e grão-mestre da Grande Loja Maçônica do Distrito Federal, Cassiano Teixeira de Morais saudou a união dos representantes da maçonaria brasileira e disse que a instituição está associada não só a grandes transformações sociais, mas também individuais.

O requerimento para a realização da sessão foi assinado também pelos senadores Confúcio Moura (MDB-RO), Hamilton Mourão (Republicanos-RS) e Lucas Barreto (PSD-AP) e pelas senadoras Damares Alves (Republicanos-DF) e Professora Dorinha Seabra (União-TO).

Leia Também:  Deputados pedem mobilização para garantir que escala 6x1 seja extinta ainda neste ano

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA