POLÍTICA NACIONAL

Paraná elege Filipe Barros e Deltan Dallagnol

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selo_eleicoes_claro.jpgOs eleitores do Paraná elegeram para o Senado Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo). Como 99,17% dos votos apurados, Filipe Barros tinha 3.127.821 votos e Deltan, 2.885.230 votos.

Ambos vão exercer o mandato de senador pela primeira vez. Filipe Barros será o senador mais jovem do país desde 1903.

Os mandatos dos dois — com duração de oito anos — começam em 1º de fevereiro de 2027 e terminam em 31 de janeiro de 2035.

Filipe Barros

Filipe Barros Baptista de Toledo Ribeiro será o senador mais jovem do país desde 1903. Ele terá 35 anos e oito meses quando tomar posse, no início de fevereiro. Ele já exerceu o mandato de deputado federal pelo estado por oito anos. Antes, foi vereador em Londrina, cidade onde nasceu, entre 2017 e 2018. É graduado em direito pela Universidade Estadual de Londrina e já atuou como advogado. 

Seu primeiro suplente é Paulo Henrique Carrano Santos, que é seu atual secretário parlamentar. O segundo suplente é o empresário Sergio Roberto Domingues. Ambos são do PL.

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Deltan Dallagnol

Com 46 anos, Deltan Martinazzo Dallagnol nasceu em Pato Branco (PR) e é formado em direito. Ele retorna ao Congresso Nacional, desta vez como senador. Ele foi o procurador da República que liderou a Operação Lava Jato entre 2014 e 2020. Eleito deputado federal em 2022, teve seu mandato cassado em 2023. Após a cassação, atuou como liderança do Novo.

O primeiro e o segundo suplentes de Deltan são, respectivamente, Professor Picler (PL) e Markenson Marques dos Santos (Novo).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Em 2027, Senado terá 40 senadores novos e 14 reeleitos

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selo_eleicoes_claro.jpgA eleição deste domingo (4) definiu os ocupantes de 54 das 81 cadeiras do Senado para os próximos oito anos. Quarenta vagas serão renovadas, o equivalente a 74% das cadeiras em disputa. As demais serão ocupadas por senadores que conseguiram se reeleger.

Dos 32 atuais senadores que tentaram a reeleição, 14 conseguiram um novo mandato, o que corresponde a 43,7%. 

Antes mesmo da apuração, já se sabia que haveria mudança significativa na composição da Casa a partir de 2027. Isso porque, entre os ocupantes das 54 cadeiras em disputa, 13 não eram candidatos e outros 9 disputaram cargos diferentes ou participaram das eleições como suplentes. Com o resultado das urnas, a renovação foi ampliada pela derrota de 18 dos 32 senadores que tentavam permanecer no cargo. 

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Foram reeleitos, em ordem alfabética: Alessandro Vieira (MDB-SE), Carlos Portinho (PL-RJ), Cid Gomes (PSB-CE), Eduardo Braga (MDB-AM), Eduardo Gomes (PL-TO), Humberto Costa (PT-PE), Jaques Wagner (PT-BA), Lucas Barreto (PSD-AP), Marcelo Castro (MDB-PI), Marcio Bittar (PL-AC), Plínio Valério (PSDB-AM), Rogério Carvalho (PT-SE), Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). 

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Números

A disputa de 2026 repete um dado de 2018: nos dois pleitos, 32 titulares tentaram continuar no Senado. Em 2018, porém, apenas 8 foram reeleitos, e a renovação alcançou 46 das 54 cadeiras, ou 85,19%. Em 2026, o índice de reeleição foi maior, e a taxa de renovação, menor. 

As outras 27 cadeiras do Senado não estavam em disputa neste ano porque foram preenchidas na eleição de 2022 e têm mandato até janeiro de 2031. Ainda assim, algumas terão mudança a partir do próximo ano. 

Cleitinho (Republicanos-MG) e Sergio Moro (PL-PR) foram eleitos governadores, enquanto Alan Rick (Republicanos-AC), Omar Aziz (PSD-AM) e Professora Dorinha Seabra (União-TO) avançaram para o segundo turno nos respectivos estados. O Senado é renovado alternadamente a cada quatro anos: em uma eleição são escolhidos dois terços da Casa e, na seguinte, um terço. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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