POLÍTICA NACIONAL
Observatório da Mulher lança curso on-line sobre violência política nos meios digitais
O Observatório Nacional da Mulher na Política (ONMP) vai promover neste mês um curso on-line sobre violência política de gênero e raça nos meios digitais, em parceria com o Centro de Formação da Câmara dos Deputados (Cefor) e o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio).
A coordenadora do observatório, deputada Iza Arruda (MDB-PE), participará nesta quinta-feira (7) de uma live de lançamento do curso, às 19 horas, junto com representantes das instituições parceiras na organização do curso.
A formação é destinada a mulheres que ocupam espaços de poder e que tenham sido vítimas de violência política nos meios digitais, como parlamentares, prefeitas, governadoras, assessoras, ativistas e jornalistas. Pessoas que se interessam pelo tema e que apoiam essas lideranças femininas no enfrentamento dos ataques também podem participar.
Identificar e monitorar ataques on-line, coletar e preservar as provas de forma sistemática e adequada, montar um caso judicial e acolher e orientar as vítimas para o acesso à Justiça são algumas das ações que as participantes poderão aprender no curso.
Com vagas limitadas, o curso terá duas aulas síncronas on-line, nos dias 21 e 25 de agosto, às 19 horas. As demais aulas, compostas por vídeos e material de apoio, serão assíncronas e poderão ser assistidas pelos alunos até o dia 5 de outubro de 2025. Para obter o certificado, o aluno precisará responder a uma avaliação ao final do curso.
Como se inscrever
As inscrições podem ser feitas no link https://forms.gle/ZRpk95UdupWda6Ef6. As 100 vagas da primeira turma serão preenchidas de acordo com a ordem das inscrições.
Mais informações podem ser obtidas pelo endereço eletrônico: [email protected]
Da Redação
Fonte: Câmara dos Deputados
POLÍTICA NACIONAL
Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.
Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.
Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Câmara dos Deputados
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