POLÍTICA NACIONAL

Morre o ex-deputado Humberto Souto

Morreu na madrugada desta terça-feira (4), em Brasília, o ex-deputado federal Humberto Souto (MG). Ele tinha 90 anos e estava internado em Brasília desde janeiro, onde se recuperava de um acidente vascular cerebral (AVC) que sofreu em 22 de dezembro.

Na Câmara dos Deputados exerceu oito mandatos entre 1975 e 2014. Foi filiado ao Arena, PDS, PFL e PPS (Cidadania). Por este último partido, exerceu, até o ano passado, o mandato de prefeito da cidade de Montes Claros (MG).

Humberto Souto começou sua carreira política como vereador de Montes Claros em 1963. Em 1971 foi eleito deputado estadual em Minas Gerais e, depois, deputado federal. Em 1995 deixou o Parlamento para ocupar o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), órgão que também presidiu.

Retornou à vida política em 2006, dois anos após aposentar-se do TCU. Em 2016 foi eleito para prefeitura de Montes Claros e reeleito em 2020, ainda em primeiro turno, com mais de 85% dos votos válidos.

Leia Também:  Cigarro eletrônico e passe livre estão entre 100 projetos prontos para votação na CAE

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Oriovisto critica PEC que põe fim à escala 6×1 e defende debate no Senado

O senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) defendeu, em pronunciamento na quarta-feira (17), que o Senado Federal analise a proposta de emenda à Constituição que trata do fim da chamada escala 6×1 (seis dias de trabalho semanais para um de descanso). O parlamentar avaliou que a PEC 221/2019 pode ter impactos relevantes sobre as contas públicas e diferentes categorias profissionais  e destacou preocupações relacionadas ao impacto fiscal de mudanças no regime de trabalho. Segundo ele, o tema deve ser debatido com atenção pelo Senado.

— O impacto fiscal disso é enorme, a bomba fiscal que essas coisas representam são imensas, e votar essas coisas em período pré-eleitoral é uma loucura. As pessoas não estão fazendo contato com a realidade fiscal deste país. A escala 6×1 é a maior de todas as bombas fiscais que nós podemos aprovar  — declarou. 

Oriovisto também citou o setor agropecuário, especialmente atividades contínuas como granjas e criação de animais, para ilustrar possíveis efeitos de mudanças na jornada de trabalho. Segundo ele, esses segmentos já funcionam organizados conforme a escala atual. O senador afirmou ainda que alterações na escala poderiam impactar o custo de produção e o mercado de trabalho informal, com possíveis reflexos em diferentes setores da economia.

Leia Também:  Comissão aprova projeto que prevê regras para a análise do solo e da produção agrícola após enchentes

— Se toda uma economia que está estruturada numa escala 6×1 mudar do dia para noite para uma escala 5×2, ela se desestrutura. Os países do Mercosul, vizinhos nossos, que passaram para essa escala fizeram a transição em oito anos, e queremos fazer em um mês ou dois. É uma coisa inviável —  afirmou. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA