POLÍTICA NACIONAL

Izalci defende prioridade para alfabetização, educação profissional e professores

Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (14), o senador Izalci Lucas (PL-DF) destacou que é necessário priorizar a alfabetização, a educação profissionalizante e a formação de professores. Ele lembrou que no dia 15 de outubro o país comemora o Dia do Professor. E fez um alerta: a ausência de políticas de Estado para a educação tem comprometido gerações de jovens.

— Esses três pontos, alfabetização, educação profissional e formação de professores, são pontos que têm de ser atacados com prioridade total, como se fosse um plano emergencial. Vamos cuidar disso, mas não é da noite para o dia. Você não forma um professor em um ano ou seis meses. Há toda uma trajetória. A gente precisa investir imediatamente nessa formação — defendeu ele.

Nesse contexto, entre as iniciativas recomendadas pelo senador está a oferta de creches.

Precisamos garantir que todas as crianças, ou seja, a primeira infância como um todo, tenha acesso à creche. Ninguém pode ficar fora de creche, fora da escola, porque é exatamente nesse período em que há o desenvolvimento cognitivo, da coordenação motora e da alfabetização. É uma coisa tão óbvia… Mas, infelizmente, a gente tem de repetir o óbvio muitas vezes. Vamos resolver essa questão da alfabetização! — instou ele.

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Ao reiterar sua defesa do fortalecimento da alfabetização e da educação profissionalizante, Izalci disse que atualmente os jovens saem do ensino médio com muitas fragilidades em conhecimentos como matemática e português.

— Hoje, 78% dos jovens não conseguem entrar na faculdade, na universidade, e aí fica essa geração “nem-nem”, que não estuda e não trabalha e que, infelizmente, sai do ensino médio sem uma profissão. Antigamente, todos nós saíamos já do ensino médio com uma profissão.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Câmara aprova projeto que garante atestado para funcionário que acompanhar criança doente

A Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga a emissão de atestado para amparar ausência no trabalho de responsável legal de criança menor de 12 anos cuja doença demande assistência direta. A proposta será enviada ao Senado.

De autoria do deputado Alencar Santana (PT-SP), o Projeto de Lei 4913/25 foi aprovado na forma de substitutivo da relatora, deputada Denise Pêssoa (PT-RS).

Segundo o texto, a emissão do atestado será obrigatória sempre que for recomendado repouso da criança e houver necessidade de acompanhamento direto durante o período de recuperação.

No entanto, o afastamento do ambiente de trabalho não implicará necessariamente uma folga. Sempre que possível, a atividade laboral será realizada por teletrabalho, compensação de jornada e outras formas previstas em lei ou em negociação coletiva.

Além dos dados de identificação, o atestado deverá conter o período recomendado de repouso e a declaração expressa da necessidade de acompanhamento do responsável legal. Caso não haja impedimento ético-médico, também deverá ser descrito o diagnóstico pelo médico assistente da criança.

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Licença
No caso de não ser possível prestar assistência direta indispensável à criança simultaneamente com o exercício do trabalho ou por meio de compensação de horário, uma licença deverá ser concedida por 14 dias, consecutivos ou não, dentro de um período de 12 meses. O início desse período será contado a partir da data do primeiro afastamento concedido.

Durante a licença, serão assegurados a manutenção do vínculo empregatício e os direitos previstos em acordo ou convenção coletiva de trabalho.

Os dias tirados por essa licença não serão considerados falta ao serviço para fins de desconto do salário e contagem de dias de férias a que o trabalhador tem direito pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Mais informações em instantes

Reportagem – Eduardo Piovesan e Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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