POLÍTICA NACIONAL
Irajá critica venda de ações da Energisa e apresenta balanço do mandato
O senador Irajá (PSD-TO), em pronunciamento no Plenário na terça-feira (10), criticou a proposta do governo do Tocantins de vender a participação de 23% nas ações da Energisa, empresa responsável pela distribuição de energia no estado. Ele declarou que a operação envolve um ativo público que gera lucros. Também disse a decisão levanta suspeitas por ocorrer a pouco mais de um ano das eleições de 2026, sem um plano claro de destinação dos recursos.
— Se 23% de participação das ações do estado de Tocantins geram aos cofres públicos, ao tesouro estadual, dividendos de R$ 70 milhões, de lucro, por que vender essas ações? Se essa iniciativa acontecesse um ano atrás, dois anos atrás, e o governo estadual apresentasse um grande programa de investimentos ao estado, um programa habitacional para construir, com R$ 500 milhões, mais de mil casas populares, se esse dinheiro fosse para investir na saúde pública, nas ações sociais do estado, certamente teria da minha parte, de toda a bancada federal, o apoio. Agora… Faltando um ano e pouco para as eleições, é muito suspeito.
Irajá também apresentou um balanço das ações do seu mandato em 2025. Ele destacou o programa Saúde Já, iniciado em Araguaína, que, segundo ele, já atendeu mais de seis mil pessoas com consultas, exames e cirurgias eletivas. O senador informou ainda a inauguração de unidades de saúde em Paraíso do Tocantins, Formoso do Araguaia e Araguatins. Além disso, anunciou a expansão do programa para Porto Nacional e a região do Bico do Papagaio.
— Tudo isso só é possível porque temos trabalhado em parceria com os prefeitos, vereadores, secretários e também com os nossos competentes profissionais da saúde. É o trabalho em conjunto que gera os resultados e o bem-estar ao próximo.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Hamilton Mourão cobra decisão do STF em relação aos condenados pelo 8 de Janeiro
O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) voltou a defender a revisão das penas aplicadas aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Em pronunciamento no Plenário nesta terça-feira (7), ele criticou a demora do Supremo Tribunal Federal (STF) em analisar a matéria após a derrubada do veto presidencial pelo Congresso. Segundo ele, uma anistia seria a melhor solução para promover a “pacificação nacional”.
Mourão apontou que, passados 60 dias da derrubada do veto, o STF ainda não deu uma definição sobre o tema. Para ele, a demora deixou de ser “apenas uma questão processual para se tornar uma questão humanitária”.
— São 60 dias de silêncio, 60 dias durante os quais brasileiras e brasileiros continuam atrás das grades, aguardando uma decisão — afirmou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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