POLÍTICA NACIONAL

Eleito para Comissão de Defesa do Consumidor, Clodoaldo Magalhães quer debater atuação de planos de saúde

A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados elegeu para presidente o deputado Clodoaldo Magalhães (PV-PE). Ele disse que vai priorizar a relação dos consumidores com planos de saúde e citou como desafio as mudanças nas relações de consumo com as tecnologias digitais e a inteligência artificial.

“Minha atuação sempre foi defendendo as minorias e sei a importância da criação de cidadania no dia a dia que é o direito do consumidor, um espaço de vulnerabilidade nas relações”, disse.

Perfil
Clodoaldo Magalhães é médico e exerce seu primeiro mandato como deputado federal. Ele exerceu quatro mandatos consecutivos como deputado estadual na Assembleia Legislativa de Pernambuco, onde ingressou em 2006.

Reportagem – Geórgia Moraes
Edição – Roberto Seabra

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

CPI do Crime Organizado ouve diretor-geral da Meta no Brasil

A CPI do Crime Organizado ouve na terça-feira (24), às 9h, o diretor-geral da Meta no Brasil, Conrado Leister. Senadores querem esclarecimentos sobre a possível utilização das plataformas digitais da empresa (Facebook e Instagram) como veículos para a disseminação de atividades criminosas e como fonte de financiamento para o crime organizado.

Leister foi convocado a partir de requerimento do relator da comissão, senador Alessandro Vieira (MDB-SE). A urgência do depoimento justifica-se, segundo o relator, pelas “recentes e graves revelações publicadas pela imprensa, com base em documentos internos da própria empresa”.

Os documentos indicariam que a Meta obteve um faturamento de aproximadamente US$ 16 bilhões em 2024 proveniente da veiculação de anúncios de golpes e produtos proibidos. O valor representaria cerca de 10% da receita anual total da companhia.

“Para os trabalhos desta CPI, o ponto nevrálgico da investigação é a natureza desses anúncios, que expuseram milhões de usuários a golpes de comércio eletrônico, investimentos falsos, cassinos ilegais e venda de produtos médicos proibidos. Anúncios dessa natureza poderiam constituir fontes de receita e métodos de lavagem de capitais para facções e organizações criminosas, objeto de investigação desta comissão”, justifica o relator.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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