POLÍTICA NACIONAL

CE e CDH farão audiência pública sobre direitos humanos e cultura de paz

A Comissão de Educação (CE) aprovou nesta terça-feira (14) a promoção de uma audiência pública para debater a cultura de respeito aos direitos humanos. Proposto pela presidente da comissão, senadora Teresa Leitão (PT–PE), o debate será feito em conjunto com a Comissão de Direitos Humanos (CDH). 

A audiência ocorrerá em 11 de dezembro, em alusão ao 77º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1948.

Com o tema “Por uma cultura de respeito aos direitos humanos”, o debate foi sugerido pela Aliança Nacional LGBTI+, entidade que atua na promoção e defesa da cidadania e dos direitos de pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, intersexo e de outras identidades de gênero e orientações sexuais.

Segundo o requerimento de Teresa Leitão (REQ 44/2025 – CE), o objetivo é promover o diálogo e a convivência pacífica entre setores divergentes, em um contexto marcado por manifestações sociais sem respeito, sem civilidade e muitas vezes agressivas e violentas.

A iniciativa busca valorizar a cultura de paz, em consonância com o Dia Internacional dos Direitos Humanos, celebrado em 10 de dezembro.

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Convidados

A senadora Teresa Leitão propôs a participação dos seguintes convidados:

  • representante do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania;
  • representante da Defensoria Pública da União;
  • fundadora da empresa de consultoria B-Have, Érika Linhares;
  • deputado distrital Fábio Félix;
  • diretora técnica da Pan American Development Foundation no Brasil, Irina Bacci;
  • coordenadora LGBTQ+ do Fundo Positivo, Marina Reidel;
  • diretor-presidente da Aliança Nacional LGBTI+, Toni Reis;
  • diretora administrativa da Aliança Nacional LGBTI+, Rafaelly Wiest;
  • secretária nacional LGBTI+ do Partido dos Trabalhadores, Janaína Oliveira. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova regras nacionais de segurança para escolas de natação infantil

A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 7119/25, que estabelece diretrizes nacionais de segurança, prevenção de acidentes e primeiros socorros em escolas de natação para crianças.

A proposta determina que esses estabelecimentos devem contar permanentemente com profissionais habilitados e capacitados especificamente para o público infantil. O texto também define limites técnicos de quantidade de crianças por instrutor para garantir uma supervisão individualizada e contínua.

Pelo projeto, as academias e escolas de natação deverão dispor de equipamentos de segurança aquática e manter um plano de emergência estruturado para casos de afogamento ou mal súbito. As regras de infraestrutura incluem a obrigatoriedade de pisos antiderrapantes, cercamento de piscinas e controle rigoroso de acesso às áreas aquáticas. Além disso, os profissionais deverão realizar treinamentos periódicos em técnicas de ressuscitação cardiopulmonar.

O autor da proposta, deputado Amom Mandel (Republicanos-AM), argumenta que a falta de diretrizes nacionais uniformes contribui para diferenças de padrão entre as escolas.

O relator, deputado Luiz Lima (Novo-RJ), que é ex-atleta olímpico e formado em Educação Física, defendeu o projeto por considerar que o ambiente aquático exige protocolos rigorosos. “A piscina é espaço de aprendizado, disciplina e superação, mas também exige preparo técnico, supervisão constante e protocolos rigorosos de segurança, sobretudo quando se trata do público infantil”, pontuou.

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O texto aprovado contém apenas uma mudança técnica sugerida pelo relator, que excluiu o prazo fixo de regulamentação, permitindo que o Poder Executivo estabeleça livremente os critérios para a fiscalização da lei.

Estabelecimentos que não seguirem as novas diretrizes estarão sujeitos a sanções administrativas, civis e penais.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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