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Vila Operária faz 70 anos com Sessão Solene e homenagens a pioneiros

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Para celebrar os 70 anos da Vila Operária,a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou promoveu no dia 29 de maio uma sessão especial, no salão da Cáritas Diocesana, em Rondonópolis, para homenagear os pioneiros que ajudaram a construir a história deste que foi o primeiro bairro oficialmente registrado em Rondonópolis. A sessão foi requerida pelo deputado estadual Thiago Silva (MDB). Entre pessoas e entidades, 133 moções e congratulações foram entregues como reconhecimento a cada homenageado pela trajetória e serviços prestados.

A solenidade contou com a participação de lideranças políticas e comunitárias da região, além do dispositivo parlamentar. Entre os homenageados estavam líderes comunitários, voluntários, moradores históricos e representantes de instituições que contribuíram significativamente para o desenvolvimento social e econômico da Vila Operária. O evento reuniu gerações em um momento de reconhecimento e memória.

“Eu cresci no Distrito da Vila Operária. Hoje, como deputado, tenho a honra de homenagear os pioneiros e líderes que ajudaram a construir essa cidade pujante que é Rondonópolis”, declarou o deputado Thiago Silva durante a cerimônia.

O parlamentar destacou a importância de momentos como aquele para aproximar a população do poder público. “A Assembleia Legislativa é a Casa do Povo, e é fundamental que possamos reconhecer publicamente os esforços e as lutas daqueles que construíram a história da nossa cidade. Homenagear esses pioneiros é uma forma de lembrar de quem ajudou a transformar Rondonópolis no que ela é hoje. A Vila Operária sempre esteve nesse processo”.

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A Vila Operária foi fundada em 25 de abril de 1955, dois anos após a emancipação político-administrativa de Rondonópolis. Foi oficializada como bairro pelo 1º prefeito eleito da cidade, Daniel Martins de Moura. A região se tornou conhecida por abrigar trabalhadores das primeiras indústrias e comércios locais, consolidando-se como um marco do desenvolvimento urbano e da identidade operária.

Em 30 de junho de 1976, a Vila Operária se tornou oficialmente distrito pela Lei Estadual nº 3.766 e hoje abrange dezenas de bairros, com mais de 60 mil habitantes.

Padre Lothar – Na cerimônia, o deputado Thiago Silva dedicou parte do discurso ao padre Lothar, figura emblemática da Vila Operária, que esteve à frente de diversos projetos comunitários e sociais, como a Cáritas, um dos pilares do bairro. “Padre Lothar foi um grande líder. Ele acreditava que, por meio do trabalho social, poderíamos transformar vidas e garantir um futuro mais digno para aqueles que mais precisam. Ele deu sua vida à comunidade e continua a ser uma referência para todos nós”, completou Thiago Silva.

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A trajetória da Vila Operária está diretamente ligada à atuação incansável do padre Lothar, missionário que dedicou mais de cinco décadas à promoção social e à construção de uma rede de solidariedade no município. Visionário e líder carismático, ele foi responsável pela criação da Cáritas em Rondonópolis, além de coordenar projetos habitacionais que entregaram milhares de casas a famílias de baixa renda.

Homenagens – A cozinheira Aparecida de Carvalho Colares, que atuou por 20 anos na Cáritas, foi uma das homenageadas. Com 48 anos de vivência na Vila, ela relembrou com carinho os tempos difíceis, mas marcantes: “A gente fazia comida com amor. Muitas crianças carentes cresceram com a gente. Isso deixa um legado para os nossos filhos e netos”.

A presidente da associação do bairro, Jacilene Costa, reforçou a importância da união entre o poder público e os movimentos sociais. “Essas homenagens valorizam o trabalho de base, das associações e das comunidades. Mostram que estamos no caminho certo”.

Fonte: ALMT – MT

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Justiça nega pedido de Fávaro para retirar publicações de Janaína das redes sociais

Senador questionou supostas irregularidades em propagandas eleitorais; magistrado apontou inconsistências no pedido e ausência de elementos suficientes para determinar a remoção imediata dos conteúdos

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O juiz auxiliar da propaganda do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), Flávio Fraga e Silva, negou pedido apresentado pelo senador Carlos Fávaro (PSD), candidato à reeleição, para a retirada imediata de publicações eleitorais da adversária Janaína Riva (MDB) nas redes sociais. A decisão foi proferida na segunda-feira (14).

Na representação, Fávaro sustentou que conteúdos publicados e impulsionados no Facebook, Instagram e TikTok apresentariam irregularidades relacionadas às informações obrigatórias da campanha. Entre os pontos questionados estavam a ausência dos nomes dos candidatos a primeiro e segundo suplentes e, em parte das peças indicadas, de dados como CNPJ da campanha, identificação da coligação Coração da Gente e siglas dos partidos que a integram.

Ao analisar o pedido de urgência, porém, o magistrado considerou que os elementos apresentados não eram suficientes, naquele momento, para justificar a retirada imediata das publicações.

Segundo a decisão, parte das provas consistia em imagens encaminhadas por WhatsApp, sem registros obtidos diretamente das plataformas, ata notarial ou outro meio que permitisse confirmar com segurança aspectos como autenticidade, data e permanência das publicações.

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Outro ponto observado foi uma divergência na própria representação. A ação fazia referência a 18 endereços eletrônicos — nove do Facebook, seis do Instagram e três do TikTok — enquanto o pedido de urgência mencionava a remoção de nove links sem indicar especificamente quais deveriam ser retirados.

A situação dos suplentes também foi considerada na análise. Conforme registrado na decisão, os nomes inicialmente apresentados na chapa de Janaína renunciaram em 11 de setembro e os substitutos ainda dependiam de habilitação pela Justiça Eleitoral.

Diante disso, o juiz entendeu ser necessário identificar a data de cada publicação para verificar se, no momento em que os conteúdos foram divulgados, já existiam suplentes regularmente registrados cuja identificação fosse obrigatória nas peças eleitorais.

O magistrado também registrou que, nos links indicados na representação e analisados naquele momento, era possível identificar informações como o nome da coligação e o CNPJ da campanha.

Com as inconsistências apontadas, o pedido de retirada imediata foi negado. A decisão, entretanto, não encerra a discussão sobre o mérito da representação. Janaína e a coligação Coração da Gente terão prazo de 48 horas para apresentar manifestação, e o caso poderá ser reavaliado após a defesa e a análise dos demais elementos apresentados.

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O TRE-MT mantém juízes auxiliares especificamente designados para atuar nas questões relacionadas à propaganda durante as Eleições 2026, entre eles Flávio Fraga e Silva.

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