POLÍTICA MT

Projeto de lei de Sebastião Rezende fortalece proteção às mulheres em academias no Mato Grosso

A Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso aprovou, em primeira votação durante sessão plenária realizada nesta segunda-feira (2), o Projeto de Lei nº 934/2024, de autoria do Deputado Sebastião Rezende (União), que estabelece a obrigatoriedade de academias, estabelecimentos prestadores de atividades físicas e afins adotarem medidas de auxílio e segurança às mulheres em situação de risco, assédio ou importunação sexual em Mato Grosso. O Projeto de Lei já havia sido aprovado na Comissão Permanente de Direitos Humanos, Defesa dos Direitos da Mulher, Cidadania, Amparo à Criança, ao Adolescente e ao Idoso, da qual o Deputado Sebastião Rezende é Presidente.

A proposta estabelece a obrigatoriedade de academias, centros de atividades físicas e estabelecimentos similares adotarem medidas efetivas de auxílio e proteção a mulheres em situações de risco, assédio ou importunação sexual.

O projeto determina que esses estabelecimentos implementem protocolos claros de atendimento, incluindo acompanhamento seguro da vítima, comunicação imediata com a polícia e disponibilização de imagens das câmeras de segurança para auxiliar investigações. Além disso, prevê a afixação de cartazes informativos em banheiros e áreas comuns, garantindo que as frequentadoras saibam como solicitar ajuda de forma rápida e discreta.

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Outro ponto central da proposta é a capacitação obrigatória dos funcionários, que deverão passar por treinamentos específicos para identificar situações de assédio e agir de maneira adequada, oferecendo apoio e proteção às vítimas. Os estabelecimentos terão prazo de até 90 dias para se adequar às novas exigências, a partir da publicação da lei.

Na justificativa do projeto, o Deputado Sebastião Rezende destaca o aumento alarmante dos casos de assédio em academias e ambientes similares, ressaltando que esses espaços devem primar pela segurança e pelo respeito. O parlamentar também aponta que experiências adotadas em outras jurisdições demonstram resultados positivos, como a redução de ocorrências e o aumento da sensação de segurança entre as usuárias.

Além dessa iniciativa, o Deputado Sebastião Rezende possui um histórico de proposições legislativas e leis aprovadas com foco na valorização e proteção das mulheres. Entre as ações defendidas pelo parlamentar estão projetos voltados à prevenção da violência doméstica, ao fortalecimento de políticas públicas de acolhimento às vítimas, à ampliação da conscientização social e ao estímulo à criação de ambientes institucionais e comunitários mais seguros.

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A atuação do deputado também se destaca pelo apoio a legislações que reforçam a rede de proteção à mulher, promovendo integração entre poder público, sociedade civil e órgãos de segurança. Suas iniciativas buscam não apenas punir a violência, mas principalmente preveni-la, criando mecanismos de orientação, informação e resposta rápida diante de situações de risco.

Para Sebastião Rezende, legislar em favor das mulheres é uma responsabilidade permanente do Parlamento. O deputado defende que políticas públicas eficazes devem garantir não só a segurança física, mas também a dignidade, o respeito e o direito das mulheres de ocupar todos os espaços da sociedade sem medo ou constrangimento.

Fonte: ALMT – MT

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“SAMU E CORPO DE BOMBEIROS SÃO COMPLEMENTARES. APROVAÇÃO DESTE PROJETO AMPLIA A CAPACIDADE DE SALVAR VIDAS”, DESTACA WELLINGTON

O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (15), por 65 votos favoráveis e apenas dois contrários, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2021, que autoriza a destinação voluntária de emendas parlamentares da saúde para custear o atendimento pré-hospitalar realizado pelos Corpos de Bombeiros Militares dos estados e do Distrito Federal. A matéria segue agora para sanção presidencial.

O pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), votou favoravelmente à proposta e defendeu a iniciativa durante a sessão, ressaltando que o projeto representa um reconhecimento ao trabalho desenvolvido diariamente pelos bombeiros em todo o país.

Para Wellington, a medida garante segurança jurídica para que parlamentares possam fortalecer um serviço essencial, sem criar novas despesas para a União e sem retirar recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O atendimento pré-hospitalar realizado pelos bombeiros salva milhares de vidas todos os dias. O projeto apenas permite que esse serviço também possa receber investimentos por meio das emendas da saúde, fortalecendo a estrutura de quem está na linha de frente do socorro à população”, afirmou.

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Durante seu pronunciamento, o senador destacou que os Corpos de Bombeiros Militares reúnem mais de 70 mil profissionais em todo o Brasil, responsáveis por mais de um milhão de atendimentos pré-hospitalares por ano, operando cerca de duas mil ambulâncias de resgate e aeronaves de suporte avançado à vida.

Wellington também ressaltou a realidade de seu estado, Mato Grosso, com dimensões continentais e grandes desafios logísticos.

“Somente em 2025, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso realizou mais de 44 mil atendimentos pré-hospitalares e atendeu quase 14 mil ocorrências de acidentes de trânsito. Em muitas situações, quem chega primeiro para salvar uma vida é justamente o bombeiro militar”, destacou.

O pré-candidato ao Governo, enfatizou ainda que a proposta não cria qualquer disputa entre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e os Bombeiros.

“São serviços complementares. Enquanto o SAMU é referência nas urgências clínicas, os bombeiros atuam de forma decisiva nos acidentes, resgates, desastres e ocorrências em locais de difícil acesso. Quem precisa de socorro não quer saber qual instituição chegou primeiro; quer apenas ser salvo”, afirmou.

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O texto aprovado proíbe que os recursos sejam utilizados para pagamento de pessoal ativo ou inativo dos Corpos de Bombeiros, limitando sua aplicação ao custeio e aos investimentos diretamente relacionados ao atendimento pré-hospitalar, como aquisição de ambulâncias, equipamentos de resgate e tecnologias para ampliar a capacidade de resposta das corporações.

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