POLÍTICA MT

Programa “No 12 Sound” estreia nesta sexta-feira


Foto: Marcos Lopes

A Rádio Assembleia 89,5 FM estreia nesta sexta-feira (8), às 10 horas da manhã, o programa “No 12 Sound”, com os apresentadores Cléber Dias e Deva Gazela. O foco da programação são as músicas em estilo “lambadão” e “rasqueado”.

Num bate papo descontraído no estúdio, os dois locutores contaram um pouco de como será o programa e o seu conteúdo. A dupla de apresentadores vai unir o cuiabano tradicional, antenado no repertório, ao locutor curioso vindo de outro estado. “Essa dobradinha vai ser legal, unindo o curioso com o tradicionalíssimo cuiabano, contando causos. É o programa para começar o final de semana”, revelou Cléber Dias.

De acordo com Deva Gazela, o “No 12 Sound” é um lugar “onde você pode encontrar todos os tipos de lambadão e rasqueado. A seleção das músicas será definida com um repertório todo especial, com indicações de ouvintes”. 

Para Cléber Dias, diferentemente do que muitos defensores das “maravilhas” da era digital apregoam, o rádio continua a ter papel fundamental para divulgar a música tradicional de cada região. 

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“Faz tempo que o pessoal queria uma demanda popular próxima a Cuiabá. O programa surgiu depois de uma conversa com a superintendente da Rádio Assembleia, jornalista Tati Medeiros e o gerente Eduardo Ferreira, sobre o fato de que na região metropolitana do Rio Cuiabá a música mais popular é o lambadão. Por mais que a gente toca muito a música local, o lambadão não é tão presente. Então, resolvemos conceder um programa focado no lambadão mesmo”, esclareceu Dias.

Gazela destacou que o programa deveria começar em 2020, mas devido à pandemia e com a Assembleia Legislativa fechada, a ideia ficou parada.

“Agora, em comemoração ao aniversário de 303 anos de Cuiabá, resolvemos voltar com a ideia. Para participar do programa, as pessoas vão precisar entrar em contato por meio do WhatsApp (65) 99689-8950 ou também pelas redes sociais, como o Instagram @radioassembleia”, falou Gazela.

O programa é um apanhado de experiências e trocas de informações do linguajar cuiabano regado a muito lambadão e rasqueado. “Como a gente queria a questão da proximidade das pessoas, vamos dar um caráter solidário também para esse programa. Enquanto que, em outros programas, divulgamos a agenda cultural [teatro, show de música, cinema], nesse não. Vamos divulgar aquela feijoada para ajudar alguém a comprar uma perna mecânica ou cadeira de rodas. É a solidariedade o que queremos trazer nesse novo programa”, destacou Dias.

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Pelas explicações dos dois apresentadores, a definição do nome “No 12 Sound” apareceu numa troca de ideias.

“Lambadão não é para ouvir baixinho. O Deva, como cuiabano tradicional, vai estar sempre ligado no repertório. E eu, como um cara curioso vindo de outro estado, vou sempre perguntar para conhecer melhor a culinária e também o lambadão e o rasqueado”, finaliza Dias.

Fonte: ALMT

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Eliane Xunakalo presta homenagem a lideranças que defendem territórios e culturas indígenas

A deputada em exercício, Eliane Xunakalo (PT), homenageou na noite de segunda-feira (04), durante Sessão Especial da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), lideranças indígenas e aliados, incluindo instituições parceiras, quilombolas e negros, com forte atuação na defesa, proteção de seus territórios tradicionais e fortalecimento das culturas e dos saberes ancestrais dos povos originários.

“Estamos aqui, não apenas para celebrar nossas vitórias e glórias. Este é também um momento para lembrar que a luta é cotidiana e que não lutamos somente por nós, mas pela sociedade, pela equidade social. Por isso, homenageamos, hoje, os que estão no front, nas trincheiras e, que, por vezes, não são lembrados. São mulheres, jovens, homens indígenas e não indígenas, que doam parcelas de suas vidas na esperança de dias melhores”, justificou.

Segundo ela, as homenagens são um recado à sociedade mato-grossense, e brasileira, de que as mazelas vividas na cidade, como a falta de saneamento, de água, as filas enfrentadas para atendimento no SUS (Sistema Único de Saúde) e o descaso com a educação pública também fazem parte do cotidiano dos povos indígenas.

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“Por isso, homenageamos quem (indígena ou não indígena), muitas vezes, é marginalizado simplesmente lutar pelo que acredita, pelo que se vive. Dizer a todos, tanto os aqui presentes quanto os que não puderam comparecer, que nossa luta não é em vão. Estamos colhendo hoje, o que os nossos ancestrais plantaram. Costumo dizer, que, como deputada estadual em exercício, quero plantar uma sementinha, para que possamos ter indígenas, quilombolas, pantaneiros e periféricos nesta Casa. É justamente este espírito de resistência, mobilização e construção coletiva que esta Moção de Aplausos homenageia e celebra”, concluiu.

Foto: Hideraldo Costa/ALMT

Fonte: ALMT – MT

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