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“Foi o Mauro que fez o HMC e transformou o Parque das Águas em cartão-postal”, destaca Dilemário Alencar

Vereador atribuiu ao candidato ao Senado a transformação da Capital e do Estado, apontou a saúde como uma das marcas da gestão

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O vereador de Cuiabá Dilemário Alencar (União Brasil) fez um balanço do legado de Mauro Mendes, candidato ao Senado, à frente da Prefeitura e do Governo do Estado. Ele destacou a obra do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) iniciada em 2015, a aquisição do Hospital São Benedito e a recuperação do Parque das Águas como as marcas mais visíveis da gestão do aliado em Cuiabá. Também destacou o desempenho de Mauro na saúde estadual e na recuperação das contas públicas.

“Foi ele quem fez o HMC. Ele quem projetou a obra, começou a obra e deixou tudo pronto para que o sucessor continuasse a obra. Ele deixou um cartão postal, que é o Parque das Águas. Vocês lembram como era aquele local? Um depósito de carro roubado, o Mauro foi lá e fez um cartão postal para a cidade. Foi por isso que ele saiu da Prefeitura com mais de 80% de aprovação popular”, declarou em reunião política na noite de quinta-feira (1º.10), no Hotel Fazenda, em apoio à Mauro, Virginia Mendes para candidata federal e Beto Dois a Um a deputado estadual.

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Ao tratar da passagem de Mauro pelo Governo do Estado, a partir de 2019, Dilemário traçou um contraste com o cenário que, segundo ele, o ex-governador encontrou.

“Quem não lembra como Mato Grosso estava oito anos atrás? A polícia sem fazer ronda porque o Estado estava devendo e não conseguia pagar nem os postos de combustível, buraco nas estradas pra todo lado e a saúde muito precária. Hoje a gente vê Mato Grosso como outro Estado, sendo um exemplo de administração para o Brasil”.

Na área da saúde, os números sustentam parte desse discurso. Durante a pandemia de Covid-19, em vez de recorrer a hospitais de campanha, o Governo ampliou o Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, com 200 leitos definitivos construídos em pouco mais de 90 dias.

Em discurso, Mauro destacou que um dos seus principais legados como governador foi concluir o Hospital Central, após 34 anos de obra parada. O projeto original foi ampliado e a unidade chegou a 32 mil metros quadrados, com 287 leitos, incluindo 60 de UTI. O hospital foi concluído e entregue em dezembro de 2025, após 34 anos de espera.

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“Ficou um prédio de cinco andares, 9 mil metros quadrados, com a obra parada durante 34 anos. Refizemos o projeto, fizemos a obra. Nenhum hospital particular de Mato Grosso chega aos pés daquilo que nós entregamos para atender de graça a nossa população”, disse.

Além do Hospital Central, a gestão de Mauro iniciou a construção de quatro novos hospitais regionais, em Alta Floresta, Juína, Tangará da Serra e Confresa, ampliando a estrutura hospitalar do Estado para atender também a população do interior. Além disso tem a construção do Hospital Universitário Júlio Muller e a aquisição do Hospital Santa Casa.

“Isso é um exemplo de quando você tem as pessoas certas tomando decisão. Essas decisões impactam positivamente a vida de todos nós”, afirmou.

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POLÍTICA MT

Orçamento de Mato Grosso para 2027 prevê R$ 46,1 bilhões

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O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA-1144/2026) para o exercício financeiro de 2027, que estima receitas e fixa despesas do estado em R$ 46,125 bilhões, começou a tramitar na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), com previsão de crescimento de aproximadamente 13% em relação ao orçamento vigente, de R$ 40,7 bilhões. A proposta também prevê renúncia fiscal líquida de R$ 15,3 bilhões. A proposta foi lida na sessão ordinária de quarta-feira (9).

O presidente da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária, deputado Carlos Avallone (PSDB), defende acelerar a tramitação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para permitir a votação do orçamento do próximo ano.

De acordo com o texto do PLOA, o Executivo fica com a maior parte R$ 38,7 bilhões. A Assembleia Legislativa com R$ 1,188 bilhão. Tribunal de Contas, R$ 840,6 milhões. Ministério Público, R$ 1,124 bilhão. Defensoria Pública R$ 422 milhões. Tribunal de Justiça, R$ 3,799 bilhões.

Segundo ele, embora os deputados já possam analisar a proposta orçamentária, a votação depende da aprovação do PLDO. Com as audiências públicas da PLOA já agendadas, Avallone informou que pretende agilizar a tramitação da matéria, mesmo com o calendário legislativo mais apertado. O cronograma, acrescentou, ainda será confirmado com a Mesa Diretora da Casa.

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Avallone explicou que havia a possibilidade de deixar a votação do orçamento para o início de 2027, caso ocorresse uma mudança de governo. Mas como a atual gestão permanecerá à frente do Executivo estadual, essa alternativa deixou de ser necessária.

“Havia uma vontade de que não precisasse mais votar o orçamento só no começo do ano que vem, caso houvesse mudança de governo. Como não houve, podemos votar a qualquer momento. O governo continua”, afirmou o parlamentar, ao defender o avanço das discussões e a definição do calendário para a votação das peças orçamentárias.

O deputado também chamou a atenção para a diferença entre os valores previstos e a arrecadação estimada para os exercícios financeiros. Segundo ele, o orçamento de Mato Grosso para 2026 foi fixado em quase R$ 41 bilhões, mas a previsão é de que a execução alcance R$ 48 bilhões. Já para 2027, a proposta encaminhada pelo governo prevê R$ 46 bilhões. Na avaliação de Avallone, essa diferença reforça a necessidade de analisar os números e discutir eventuais ajustes durante a tramitação do PLOA.

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“Mas é isso que é a função nossa. Discutir isso até que a gente chegue em valores que sejam adequados e que a gente possa garantir o orçamento. Nós podemos mudar uma série de coisas. Nós temos essa função”, destacou Avallone, ressaltando o papel do Parlamento na avaliação das receitas e despesas estaduais e na discussão de possíveis alterações para adequar a proposta às necessidades da administração pública.

O total previsto para a renúncia fiscal liquida para 2027 é de R$ 15.301.425.339,65. Os valores estão assim distribuídos:

ICMS – R$ 14.149.070.279,95.

IPVA – R$ 460.022.453,85

ITCD – R$ 146.978.185,60

Taxas – R$ 348.843.053,52

Juros e penalidades – R$ 196.511.366,74

Fonte: ALMT – MT

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