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Diego Guimarães vê “dano de difícil reparação” em destruição de nove balsas

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O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos), nesta terça-feira (21), afirmou por meio de suas redes sociais e material distribuído à imprensa que a Polícia Civil causou um “dano de difícil reparação” ao destruir nove balsas usadas na extração ilegal de minérios em Matupá e Peixoto de Azevedo. Ainda na declaração, o parlamentar defendeu como estratégia de solução a regularização do extrativismo e a parceria com as cooperativas.

A Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) destruiu as embarcações na segunda-feira (20) durante o cumprimento de mandados judiciais relativos à Operação Rastro de Erebó. Conforme a investigação, elas eram usadas sem licença ambiental em áreas de preservação permanente nos rios Peixoto e Peixotinho. O extrativismo mineral irregular na área causou erosão do solo, alterou o curso da água e intensificou o acúmulo de sedimentos.

Diego avaliou que, apesar de ser contrário ao extrativismo ilegal, o Governo de Mato Grosso deve adotar protocolos menos prejudiciais ao meio ambiente.

“Não dá para a Delegacia do Meio Ambiente, em suas fiscalizações, causar um dano ambiental semelhante ou maior do que a extração ilegal de minério pode trazer. Podemos ver que a explosão das balsas contaminou o solo, a água e o ar, então é um dano de difícil reparação que deve ser evitado”, disse.

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“O uso de explosivos em balsas pode ser substituído por ferramentas que inutilizem o instrumento do suposto crime, preservando o meio ambiente e fazendo a fiscalização necessária. Jamais defenderei a extração ilegal de qualquer tipo, mas a forma como aconteceu foge de qualquer razoabilidade esperada de um órgão ambiental”, acrescentou.

O Poder Judiciário determinou que, caso haja reincidência de extrativismo ilegal na região, seja aplicada uma multa diária equivalente a R$ 10 mil aos envolvidos até a regularização ambiental da atividade.

O deputado, por fim, citou as cooperativas como parceiras na busca pela regularização do extrativismo. Ele considerou que regularizar a atividade é uma estratégia eficiente para evitar danos ambientais e eventuais intervenções.

“O caminho mais correto é a regularização da atividade garimpeira. As cooperativas, como a COOGAVEPE, têm sido parceiras para a atuação dentro da legalidade, com autorização do órgão ambiental”, contou.

“Cabe ao órgão ambiental acelerar o processo de emissão das licenças e ao minerador procurar se regularizar. Esse é o caminho para termos uma economia cada dia mais sustentável e que promova o desenvolvimento dessa região”, completou.

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A busca por soluções – O deputado estadual Diego Guimarães é autor da Lei Estadual 12.295/2023, que previa uma fiscalização sobre os maquinários a serem destruídos. A legislação estabelecia que a destruição deveria ser autorizada pelo chefe da fiscalização. O chefe da fiscalização, contudo, deveria submeter um Termo de Destruição ou Inutilização ao órgão superior imediato responsável por conferir a regularidade do procedimento.

Entretanto a normativa não pode ser mais aplicada. Ela foi revogada, em agosto do ano passado (8/2024), quando o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) julgou a lei como inconstitucional. Apesar da avaliação judicial apontar improcedência, o gabinete do parlamentar estuda ferramentas para efetivá-la.

Fonte: ALMT – MT

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Max Russi fecha apoio a Janaina Riva e articula força do Podemos para o Senado

Deputado afirma que candidatos do Podemos decidiram apoiar a candidatura de Janaina e destaca relação política construída desde 2015

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Max Russi (Podemos), confirmou o apoio dos candidatos do partido à candidatura da deputada Janaina Riva (MDB) ao Senado Federal. Segundo o parlamentar, o acordo foi discutido com os integrantes da legenda, que decidiram trabalhar pela eleição da deputada em 2026.

A declaração foi dada durante ato de campanha em Cuiabá. Max afirmou que conversou com os candidatos do Podemos e que houve consenso em torno do nome de Janaina. “Conversei com os nossos candidatos e todo mundo falou: vamos escolher a Janaina, vamos apoiar a Janaina”, afirmou.

O apoio é resultado de uma relação política construída desde 2015, quando Max e Janaina chegaram juntos à Assembleia Legislativa. Ao longo das legislaturas, os dois mantiveram uma parceria política e se apoiaram em diferentes disputas pela composição da Mesa Diretora.

Max destacou que Janaina esteve ao seu lado em momentos importantes de sua trajetória no Legislativo. “Janaina esteve comigo, chegou junto comigo na Assembleia, fomos deputados juntos. Votou para mim em todas as minhas eleições, para presidente, para primeiro-secretário”, declarou.

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A parceria também esteve presente na eleição da Mesa Diretora para o biênio 2025-2026, quando Max Russi foi eleito presidente da Assembleia com o apoio da deputada. Segundo ele, Janaina se tornou uma aliada constante dentro da Casa e agora a relação política será levada para a disputa majoritária.

O deputado também elogiou a decisão de Janaina de deixar a disputa por uma cadeira na Assembleia para buscar um cargo no Senado. “Tem coragem, é decidida, trabalhadora, gosta de gente, gosta de política”, afirmou.

Max explicou ainda que o acordo para 2026 foi construído a partir de um compromisso assumido por Janaina com o Podemos. “Quero fazer o compromisso do seu partido para o seu projeto político. Vamos estar junto com o Podemos nessa caminhada”, disse.

A trajetória dos dois também inclui participação conjunta em diferentes composições da Mesa Diretora. Em 2019, Janaina foi eleita primeira-vice-presidente da Assembleia, enquanto Max ocupou a primeira-secretaria. Posteriormente, Max chegou à presidência do Legislativo e Janaina voltou a integrar a Mesa.

Com o acordo, a parceria construída ao longo de mais de uma década dentro da Assembleia passa a fazer parte da estratégia eleitoral para 2026, com Max Russi e o Podemos declarando apoio à candidatura de Janaina Riva ao Senado.

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Ao finalizar a declaração, Max resumiu o apoio em uma mensagem de campanha: “Janaina, a onça do Pantanal, a nossa senadora”.

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