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Deputado Diego Guimarães pede plano de ressarcimento a municípios afetados por rebaixamento de reservatório em Colíder

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O deputado Diego Guimarães (Republicanos) afirmou, nesta quarta-feira (1), que ingressou com um pedido junto as prefeituras prejudicadas pelo rebaixamento do reservatório artificial da usina hidrelétrica em Colíder, que elaborem um plano de ressarcimento.

A solicitação ocorre após as empresas responsáveis pelo empreendimento, a Companhia Paranaense de Energia (COPEL) e Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobras) constataram, em agosto, uma falha funcional em 4 dos 70 drenos da barragem. Diante da irregularidade, as empresas rebaixaram o reservatório artificial – conhecido como “lago” – para evitar sobrecarga à estrutura e possíveis danos ao município.

A medida, entretanto, fez secarem as regiões que eram preenchidas pelo Rio Teles Pires. O que, segundo o Ministério Público Estadual (MPE), causou prejuízo estimado em R$ 100 milhões aos municípios próximos, dentre danos ambientais e econômicos.

“Solicitamos aos prefeitos que preparem um plano de ressarcimento social, ambiental e econômico para esses municípios para que, na Câmara Setorial ou Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), possamos cobrar que a COPEL e a Eletrobras assumam a responsabilidade, ressarcindo a população pelos danos causados devido ao rebaixamento [do reservatório] da usina de Colíder, que tem trazido muito medo à população”, afirmou.

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Diego explicou ainda que encaminhou um requerimento de informações às empresas sobre as causas das falhas dos drenos e quais medidas serão implementadas para minimizar os danos causados aos municípios. Apesar disso, disse que as respostas foram insuficientes e, se necessário, instalará a CPI para aprofundar a investigação.

“Recebemos na semana passada as respostas de algumas informações que solicitamos à COPEL e Eletrobras. Entendo que não estão a contento do que precisam fazer para ressarcir a população de Colíder, Cláudia, Itaúba e Nova Canaã quanto aos danos causados pelo rebaixamento do volume de água”, avaliou.

O deputado, por fim, descartou o rompimento da barragem e defendeu que a usina seja mantida sob medidas de segurança e reparação econômica.

“Inicialmente, houve medo de rompimento da barragem, mas não existe mais esse risco. A barragem precisa ser mantida para trazer uma devolutiva à população no lazer, turismo e economia. Vamos acompanhar de perto com diálogo e firmeza ao cobrar os responsáveis por esse dano ambiental”, completou.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA MT

Júlio Campos detona campanha de Wellington Fagundes nas redes: “Está entregando a vitória” veja publicação 

Deputado critica falta de organização e de material de campanha do candidato do PL, classifica situação como “vergonhosa” e dispara alerta público: “Acorda, WF”

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A campanha de Wellington Fagundes (PL) ao Governo de Mato Grosso recebeu uma dura crítica pública neste domingo (30). O deputado estadual Júlio Campos (União Brasil) usou as redes sociais para questionar a organização da estrutura eleitoral do candidato e chegou a afirmar que o grupo estaria “entregando a vitória” aos adversários.

A manifestação chama atenção principalmente pelo momento da disputa. Com a eleição entrando em sua fase decisiva, Júlio Campos expôs publicamente uma avaliação negativa sobre o funcionamento da campanha de Wellington, cobrando reação e organização do grupo político.

Em comentário publicado nas redes sociais, o parlamentar não economizou nas palavras:

“A pobreza do 22 está de lascar. Tá entregando a vitória por falta de organização. Tá vergonhoso. Acorda WF.”

A crítica, segundo as informações divulgadas, ocorreu após uma publicação nas redes e teve como alvo a falta de estrutura e de material gráfico da campanha do candidato do PL.

A expressão “22” usada pelo deputado é uma referência ao número eleitoral do PL, partido de Wellington. Já “WF” corresponde às iniciais do candidato.

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A declaração transforma uma insatisfação que poderia permanecer restrita aos bastidores em uma cobrança pública contra a condução da campanha. Ao afirmar que Wellington estaria “entregando a vitória por falta de organização”, Júlio coloca pressão sobre a coordenação política e eleitoral do candidato justamente na reta final.

O episódio também ganha repercussão porque Júlio Campos é uma das figuras mais experientes da política mato-grossense, com longa trajetória eleitoral no Estado. A cobrança, portanto, vai além de uma crítica pontual e sinaliza preocupação com a capacidade de mobilização da candidatura de Wellington neste momento da corrida ao Palácio Paiaguás.

A frase “Acorda WF” resume o tom do recado: na avaliação manifestada pelo parlamentar, a campanha precisa reagir rapidamente para evitar que problemas internos de organização comprometam seu desempenho nas urnas.

A manifestação ocorre ainda em um cenário de disputa acirrada pelo Governo de Mato Grosso, no qual estrutura partidária, mobilização das bases, presença nos municípios e capacidade de comunicação ganham peso à medida que a votação se aproxima.

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Ao levar a cobrança para as redes sociais e classificar a situação como “vergonhosa”, Júlio Campos escancarou uma crítica à estratégia eleitoral de Wellington Fagundes e colocou a própria organização da campanha do PL no centro dos bastidores da eleição de 2026.

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