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Deputado Botelho defende ampliação de rede de vacinação em MT

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“Vacinação é coisa séria.” A frase do deputado estadual Eduardo Botelho (União) reforça a importância do avanço da imunização em Mato Grosso, especialmente no atual período de inverno, quando doenças respiratórias costumam se intensificar, atingindo principalmente crianças e idosos.

Preocupado com os baixos índices de cobertura vacinal e os riscos associados à sazonalidade das doenças, Botelho apresentou o Projeto de Lei nº 576/2023, que prevê a ampliação do serviço de vacinação na rede pública de saúde, inclusive com atendimento aos fins de semana e feriados. A proposta está em análise na Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social da Assembleia Legislativa e deve ser colocada em votação nas próximas semanas. O projeto está em análise na Comissão de Saúde, Previdência e Assistência Social, desde o dia 23 de junho,

“Eu penso que a vacina salva vidas e ajuda a reduzir ou ao menos amenizar as complicações causadas por doenças respiratórias e tantas outras. Por isso, estou propondo a ampliação da rede vacinal e isso é urgente e necessário”, ressaltou o parlamentar.

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O projeto estabelece a obrigatoriedade de oferta diária de vacinação, inclusive em datas não úteis, como medida estratégica para o controle de epidemias e em situações de calamidade pública.

A iniciativa vai ao encontro de ações já adotadas em municípios como em Cuiabá. Em julho, a capital ampliou a cobertura da vacina contra a influenza para toda a população. A decisão, segundo a secretária municipal de Saúde, Dra. Lúcia Helena Sampaio, tem o objetivo de aumentar a cobertura vacinal, que segue abaixo do ideal. “Estamos com apenas 34,26% do público-alvo imunizado, o que representa 92.775 doses aplicadas, de um total de 151 mil pessoas. Precisamos melhorar esse índice com urgência”, afirmou.

No cenário nacional, dados recentes do Ministério da Saúde mostram que o programa “Saúde na Escola”, do Governo Federal, já resultou na aplicação de mais de 18 mil doses de vacinas em Mato Grosso, beneficiando 71,5% dos municípios do estado apenas no primeiro semestre de 2025. A ação tem foco na imunização de crianças e adolescentes com até 15 anos.

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Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA MT

Justiça manda MPE apurar possível uso de servidoras públicas em conteúdo eleitoral após denúncia no Pardal

Caso envolve o ex-secretário de Educação e candidato a deputado estadual Alan Porto; magistrado encaminhou os autos ao Ministério Público Eleitoral para avaliar eventual irregularidade envolvendo funcionárias de escola pública em Comodoro

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A Justiça Eleitoral determinou o encaminhamento ao Ministério Público Eleitoral (MPE) de informações envolvendo o ex-secretário de Estado de Educação e candidato a deputado estadual Alan Porto (Republicanos). O objetivo é apurar eventual irregularidade relacionada à participação de servidoras públicas em conteúdo de natureza eleitoral.

A determinação partiu do juiz Emerson Luis Pereira Cajango, da 55ª Zona Eleitoral de Cuiabá, após o registro de uma denúncia por meio do Pardal, ferramenta disponibilizada pela Justiça Eleitoral para comunicar possíveis irregularidades durante a campanha.

O caso envolve uma publicação em que Alan Porto aparece em frente à Escola Municipal Nossa Senhora das Graças, no município de Comodoro, acompanhado de funcionárias da unidade escolar.

De acordo com o termo de constatação mencionado no processo, em diligência realizada em 31 de agosto de 2026, foi identificada uma publicação em formato audiovisual na qual o candidato aparece diante da unidade de ensino. O documento registra ainda que o perfil da publicação identificava Porto como candidato a deputado estadual.

Diante das informações levantadas, o magistrado decidiu encaminhar os autos ao Ministério Público Eleitoral para que o órgão analise os fatos e avalie se existe fundamento para a adoção de alguma medida.

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A decisão destaca especialmente a necessidade de avaliação sobre a participação de funcionárias de uma unidade escolar pública em conteúdo de natureza eleitoral.

Em sua determinação, o juiz encaminhou os autos ao MPE para “ciência e avaliação quanto à eventual adoção de medida autônoma” considerada cabível diante das circunstâncias registradas no termo de constatação.

Caso ainda está em fase preliminar

O encaminhamento à Promotoria Eleitoral não representa condenação, reconhecimento de irregularidade ou abertura automática de ação contra Alan Porto. Caberá ao Ministério Público analisar os elementos existentes e decidir se há motivos para alguma providência no âmbito eleitoral.

Somente a partir de eventual medida apresentada pelo MPE e do prosseguimento do processo será possível estabelecer eventuais responsabilidades.

A apuração coloca sob análise da Justiça Eleitoral um episódio ocorrido justamente durante a campanha de Alan Porto por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Porto comandou a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) durante parte das gestões do então governador Mauro Mendes e deixou o Executivo para disputar as eleições de 2026 pelo Republicanos.

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Agora, o ponto central a ser analisado pelo Ministério Público será se a participação das funcionárias da escola pública no conteúdo eleitoral configurou alguma irregularidade e se houve eventual utilização indevida de estrutura ou agentes públicos em benefício da candidatura.

Até que essa análise seja concluída, prevalece a inexistência de qualquer condenação ou reconhecimento de ilícito eleitoral contra o candidato no episódio.

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