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Deputado Barranco propõe piso salarial de R$ 6,5 mil para os farmacêuticos de Mato Grosso

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Valdir Barranco (PT) apresentou, na quarta-feira (8), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o Projeto de Lei nº 583/2022 que define o piso salarial para os farmacêuticos, técnicos e auxiliares em farmácia no Estado. De acordo com a proposta, a remuneração mínima dos profissionais passará a ser de R$ 6,5 mil reais para os farmacêuticos, R$ 3.250 mil para os técnicos e R$ 1.950 mil para os auxiliares.

O PL também garante o adicional de Responsabilidade Técnica (RT) no valor correspondente a 10% do piso e o reajuste realizado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

“Valorizar os profissionais que ajudam os mato-grossenses a manter a saúde é essencial. Foi com esse objetivo que apresentei este projeto. Os profissionais de farmácia, com seu conhecimento, são os diferenciais e devem ter piso salarial justo, condizente com as atividades desenvolvidas”, afirmou o parlamentar autor do projeto.

Barranco ainda disse que os profissionais de Farmácia precisam, em muitas das vezes, acumular mais de um emprego para conseguir uma remuneração digna e levar sustento para a família. O piso, segundo o parlamentar, busca a valorização da categoria que luta para atender bem a população.

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“Eu já trabalhei por 8 anos dentro de uma farmácia e sei como é a dificuldade de se estar em uma área onde se não é valorizado e reconhecido pelo seu trabalho e esforço. Esses profissionais trabalham demais e merecem o reconhecimento necessário”, disse.

Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional.

Fonte: ALMT

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Max Russi defende maior participação do eleitor e destaca importância do voto consciente

Presidente da Assembleia Legislativa avalia cenário eleitoral, aponta baixa mobilização e acredita que participação popular deve crescer até o fim da campanha

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Max Russi (Podemos), avaliou o atual cenário eleitoral e afirmou que a campanha deste ano tem apresentado uma mobilização menor por parte dos eleitores. Para o parlamentar, o momento político vivido pelo país, incluindo os recentes conflitos e decisões no Supremo Tribunal Federal (STF), pode ter contribuído para afastar parte da população do debate eleitoral.

Segundo Max, a campanha apresenta um ritmo diferente em comparação com outros períodos eleitorais, com menor participação popular. Na avaliação do deputado, a sequência de acontecimentos envolvendo o STF pode ter provocado certo desânimo entre os cidadãos.

Apesar do cenário, Max Russi demonstrou confiança de que a situação possa mudar nas próximas semanas, com uma participação mais ativa da população na escolha dos candidatos. Candidato à reeleição, o parlamentar defendeu que o eleitor acompanhe o processo eleitoral, analise as propostas e valorize o próprio voto.

A declaração ocorre em meio a uma das mais recentes crises internas envolvendo ministros do STF. Nos últimos dias, Alexandre de Moraes e André Mendonça protagonizaram divergências relacionadas a investigações da Polícia Federal envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

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O episódio também gerou repercussão política e ampliou o debate sobre a atuação do Supremo e das instituições brasileiras. Para Max Russi, situações dessa natureza podem influenciar a percepção da população e contribuir para uma menor mobilização durante a campanha.

Mesmo diante das dificuldades, o presidente da Assembleia reforçou a importância da participação popular no processo democrático. Para ele, o eleitor precisa assumir um papel ativo, avaliando os candidatos antes de decidir seu voto.

“Precisamos do eleitor consciente, do eleitor participando, do eleitor analisando, dele valorizando o voto dele, porque nada é mais importante do que o voto em uma democracia”, afirmou Max Russi.

A expectativa do deputado é de que o cenário eleitoral se aqueça nas próximas semanas e que os eleitores voltem a participar de forma mais intensa das discussões e decisões que envolvem as eleições deste ano.

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