POLÍTICA MT

Carreta da Saúde da Mulher em Várzea Grande reduz filas de atendimento, avalia Lúdio

O atendimento da Carreta da Saúde da Mulher vai reduzir as filas de atendimento em Várzea Grande e na Baixada Cuiabana para diversos procedimentos e consultas. A avaliação é do deputado estadual Lúdio Cabral (PT), que esteve presente na cerimônia de início dos atendimentos, no último dia 2, ao lado de outras autoridades. A carreta faz parte do programa Agora Tem Especialistas, do governo federal, e depois de Várzea Grande segue para outras regiões de Mato Grosso.

“Essa é a primeira de várias carretas que chegarão a Mato Grosso do programa Agora Tem Especialistas, coordenado pelo meu colega médico Alexandre Padilha, ministro da Saúde. Estamos muito felizes, mesmo, com a chegada desses serviços a Mato Grosso, trazidos pelo governo do presidente Lula. A carreta da saúde da mulher já está atendendo mamografia, ultrassom transvaginal, ultrassom pélvico e consulta com ginecologista para a população de Várzea Grande e toda a Baixada Cuiabana que está na fila de espera da regulação há meses, às vezes há mais de ano, aguardando para realizar algum desses exames”, declarou Lúdio.

Leia Também:  Wilson Santos presidirá força-tarefa para readequar legislação da Lei do Transporte Zero em MT

A carreta está localizada no pátio da Secretaria Municipal de Saúde, na Avenida da FEB, no bairro da Manga, em Várzea Grande. O atendimento acontece no local desde o dia 30 de janeiro e segue durante o mês de fevereiro. Nos primeiros 15 dias, os atendimentos são exclusivos para as moradoras de Várzea Grande. Após esse período, a carreta também passará a atender pacientes de outros municípios da Baixada Cuiabana, inclusive de Cuiabá.

Lúdio destacou o esforço do Ministério da Saúde, por meio do programa Agora Tem Especialistas, para garantir que as pessoas sejam atendidas e reduzir as filas do Sistema Único de Saúde. O ministério fez uma parceria com o aplicativo de mobilidade 99: as pacientes que estiverem agendadas recebem um voucher com código para serem transportadas até a Carreta da Saúde da Mulher, de forma gratuita.

“É esse o grau de acolhimento, do cuidado que as Carretas da Saúde e o Ministério da Saúde estão proporcionando para a nossa população, para que as filas deixem de existir”, disse Lúdio.

Leia Também:  Servidores do Ciopaer são homenageados pelos 20 anos da instituição

Segundo o parlamentar adiantou, depois do período em que o atendimento de saúde da mulher se encerrar, o Ministério da Saúde deverá enviar outras carretas para Mato Grosso, com serviços em cardiologia, oftalmologia, exames de imagens e outros.

“Está começando por Várzea Grande para atender os municípios de toda a Baixada Cuiabana, inclusive Cuiabá, mas a carreta vai percorrer o Estado todo, tanto da Saúde da Mulher quanto as demais que virão em seguida. É o compromisso do presidente Lula e do Ministério da Saúde com a população de Mato Grosso se tornando realidade, prática, ação concreta do nosso governo”, pontuou Lúdio.

Fonte: ALMT – MT

Propaganda

POLÍTICA MT

Da relatoria à sanção: Gisela destaca novo instrumento de proteção às mulheres

Lei que libera spray de pimenta para mulheres entra em vigor e consolida uma das principais relatorias de Gisela Simona na Câmara.A entrada em vigor da Lei nº 15.474, publicada nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União, encerra uma das discussões mais sensíveis da pauta de proteção às mulheres no Congresso Nacional nos últimos anos. A nova legislação regulamenta a comercialização do spray de pimenta para mulheres como instrumento de defesa pessoal e traz a assinatura política de Gisela Simona, que foi relatora da proposta na Câmara dos Deputados e uma das principais vozes em defesa da medida.

Nestes 33 meses de mandato em Brasília, Gisela transformou o enfrentamento à violência contra a mulher em uma das prioridades de sua atuação parlamentar. Relatora do Pacote Antifeminicídio, autora de projetos voltados ao combate à violência política de gênero e defensora do fortalecimento da rede de proteção às mulheres, ela também conduziu, em março deste ano, a relatoria do projeto que agora se transforma em lei.

Ao defender a proposta em plenário, Gisela sustentou que o acesso ao spray de pimenta não representa um incentivo à violência, mas amplia o direito de defesa de mulheres que, diariamente, convivem com situações de risco.

Leia Também:  ALMT e Gaepe-MT vão trabalhar para aumentar recursos no orçamento estadual para construção de creches

“Historicamente, as políticas públicas de proteção dependeram da chegada do Estado ou da intervenção de terceiros. Essa lei reconhece que, em muitos casos, a mulher precisa de um mecanismo imediato para preservar sua integridade física. Não substitui políticas públicas nem o combate à violência, mas amplia as possibilidades de autoproteção.”

A dirigente do União Brasil em Cuiabá e diretora-executiva do UB Mulher em Mato Grosso destaca que, até então, o porte do equipamento permanecia em uma zona de insegurança jurídica para mulheres que buscavam utilizá-lo exclusivamente para defesa pessoal. Com a regulamentação, passa a existir um marco legal que estabelece critérios para aquisição, comercialização e fiscalização.

“Essa segurança jurídica é tão importante quanto o próprio equipamento. A mulher precisa saber que pode portar um instrumento de defesa dentro da legalidade. Agora o desafio passa a ser outro: ampliar a orientação e a capacitação para o uso responsável do spray, sempre como último recurso diante de uma situação de ameaça.”

A proposta, de autoria da deputada Gorete Pereira (MDB-CE), percorreu toda a tramitação legislativa com parecer favorável de Gisela na Câmara, foi aprovada pelo Senado no fim de junho e agora passa a integrar o ordenamento jurídico brasileiro.

Leia Também:  'Quem veio de onde eu vim não desperdiça porta aberta', diz Gisela sobre trajetória em encontro de mulheres

A nova legislação autoriza a compra do spray por mulheres maiores de 18 anos. Jovens a partir dos 16 anos também poderão portar o equipamento mediante autorização formal dos responsáveis legais. A lei determina ainda que os estabelecimentos mantenham registro das vendas por cinco anos, criando mecanismos de rastreabilidade e controle.

Produzido à base de oleoresina de capsicum — extrato natural da pimenta —, o spray provoca irritação intensa e incapacidade temporária do agressor, permitindo que a vítima consiga fugir e buscar ajuda. Amplamente utilizado em diversos países como equipamento não letal de defesa pessoal, seu acesso no Brasil permanecia restrito, em regra, às forças de segurança.

Para Gisela, a sanção da lei representa mais um passo dentro de uma política pública que precisa combinar prevenção, acolhimento, punição aos agressores e instrumentos concretos de proteção.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA