Veja o que Botelho disse

Botelho prevê eleição de três mulheres e renovação de até cinco cadeiras na ALMT

Deputado cita Jéssica Riva, Alessandra Ferreira, Samantha Íris, Scheila Pedroso e Michelly Alencar entre nomes competitivos para o Legislativo

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O deputado estadual Eduardo Botelho (União) avalia que três mulheres podem conquistar vagas na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nas eleições deste ano. O parlamentar também estima uma renovação de quatro a cinco cadeiras entre os 24 assentos da Casa.

Em entrevista ao MídiaNews, Botelho apontou cinco nomes femininos que considera competitivos na disputa: Jéssica Riva (MDB), Alessandra Ferreira e Scheila Pedroso, ambas do Podemos, além da primeira-dama de Cuiabá e vereadora Samantha Íris (PL) e da vereadora Michelly Alencar (União Brasil).

“Eu acho que tem chance real de se elegerem três mulheres”, afirmou Botelho.

Segundo o deputado, três das cinco candidatas mencionadas podem conquistar uma cadeira. A projeção ocorre em um cenário de mudança na composição feminina da Assembleia, já que Janaína Riva (MDB), atual única deputada estadual titular eleita, disputa neste ano uma vaga no Senado e não concorre à reeleição para o Legislativo estadual.

Caso três mulheres sejam eleitas diretamente em outubro, a bancada feminina chegaria a três parlamentares simultaneamente, ocupando 12,5% das 24 cadeiras da Assembleia. Levantamentos publicados na reta final da campanha também apontam a possibilidade de ampliação da representação feminina na Casa. 

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Renovação deve ser limitada

Além da disputa feminina, Botelho prevê que a próxima legislatura terá poucas mudanças em relação à atual composição da Assembleia.

Questionado sobre quantos novos deputados poderão chegar à Casa, o parlamentar estimou quatro ou cinco substituições. Considerando a saída de Janaína Riva da disputa pela Assembleia, o número de mudanças poderia chegar a cinco ou seis cadeiras.

“Eu acho que vai renovar quatro, no máximo cinco. Contando com a deputada Janaína que já saiu, seria cinco ou seis”, disse.

A estimativa de renovação de até cinco cadeiras também aparece em análises publicadas nos últimos dias sobre a composição das chapas e a disputa proporcional em Mato Grosso. 

Mulheres ainda são minoria

A eventual eleição de três mulheres representaria uma mudança em relação ao cenário atual. Segundo informações citadas pela Assembleia Legislativa, apenas 13 mulheres haviam sido eleitas deputadas estaduais em Mato Grosso desde o início da 1ª Legislatura, em 1947.

A primeira mulher eleita para o Legislativo estadual foi Oliva Enciso, em 1958, pela União Democrática Nacional (UDN). Ela exerceu o mandato entre 1959 e 1963, em um período anterior à divisão territorial que resultaria na criação de Mato Grosso do Sul.

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Em 2022, Janaína Riva foi a única mulher eleita diretamente entre as 24 cadeiras da Assembleia. Em julho de 2025, porém, três mulheres chegaram a ocupar simultaneamente cadeiras no Legislativo: Janaína Riva, Professora Graciele (PT) e Valdeniria Dutra (PSDB), sendo as duas últimas suplentes que assumiram temporariamente os mandatos.

A diferença entre ocupação simultânea e eleição direta é destacada porque a eventual eleição de três mulheres em 2026 representaria uma nova marca para a representação feminina no Legislativo estadual.

Disputa por cadeiras

A avaliação de Botelho ocorre em uma eleição na qual a maioria dos atuais deputados tenta permanecer na Assembleia. Levantamentos recentes apontam que candidatos com mandato enfrentam disputas internas dentro de suas próprias chapas, enquanto nomes sem mandato buscam conquistar espaço entre as 24 cadeiras. 

Assim, além da possível ampliação da bancada feminina, a eleição poderá definir até que ponto haverá renovação na composição da Assembleia Legislativa a partir da próxima legislatura.

com informações do mídia News

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POLÍTICA MT

Pesquisa Veritá aponta Flávio com 61,1% e Lula com 28,1% em Mato Grosso

Levantamento reúne 27 pesquisas estaduais e mostra senador com 45,14% dos votos válidos no cenário nacional, contra 44,65% do presidente

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O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 61,1% dos votos válidos em Mato Grosso, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 28,1%, segundo a nova consolidação de pesquisas do Instituto Veritá para a Presidência da República. Os demais candidatos somam 10,9% no Estado. 

Os números fazem parte da integração de 27 pesquisas estaduais, realizadas entre os dias 20 e 25 de setembro. Ao todo, foram consideradas 40.500 entrevistas em todo o país. Em Mato Grosso, foram entrevistadas 1.220 pessoas, com margem de erro declarada de três pontos percentuais e registro BR-04418/2026. 

No recorte estadual apresentado pelo instituto, Flávio soma 61,06% dos votos válidos, contra 28,05% de Lula, uma diferença de aproximadamente 33 pontos percentuais.

Cenário nacional

Na consolidação nacional, os números aparecem mais próximos. Flávio Bolsonaro registra 45,14% dos votos válidos, enquanto Lula tem 44,65%. A diferença numérica é de 0,49 ponto percentual, enquanto os demais candidatos somam 10,21%. 

Considerando todas as respostas, sem excluir votos brancos, nulos e eleitores que não souberam ou não responderam, Flávio aparece com 44,27%, e Lula, com 43,79%. Os demais candidatos somam 10,01%, enquanto 1,93% corresponde às respostas de não sabe/não respondeu e branco/nulo.

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O levantamento aponta Flávio com o maior percentual numérico em 17 Estados, enquanto Lula aparece à frente em 10. O próprio relatório ressalta que essa distribuição não representa resultado eleitoral confirmado, uma vez que os números estaduais estão sujeitos às respectivas margens de erro. 

Desempenho por região

Segundo a consolidação, Flávio aparece numericamente à frente de Lula nas regiões Sul, Centro-Oeste, Sudeste e Norte. No Centro-Oeste, o senador registra 53,1% dos votos válidos, contra 33,5% de Lula.

No Sul, os percentuais são de 55,7% para Flávio e 33,9% para Lula. No Sudeste, o senador aparece com 48,3%, contra 40,9% do presidente. No Norte, são 49,4% contra 41,6%.

Já no Nordeste, Lula registra 60,1%, enquanto Flávio aparece com 31,3%.

Perfil do eleitorado

A pesquisa também apresenta diferenças de acordo com os perfis dos entrevistados. Entre os eleitores que se declararam evangélicos, Flávio registra 62,7% dos votos válidos, contra 27,3% de Lula. Entre os católicos, Lula aparece com 50,2%, enquanto Flávio soma 40,6%.

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No grupo que declarou não ter religião, Lula registra 63%, contra 23,2% de Flávio.

Por faixa de renda, Flávio aparece com 49,8% entre eleitores de famílias com renda entre dois e cinco salários mínimos, contra 40,2% de Lula. Entre aqueles com renda inferior a dois salários mínimos, Lula registra 50%, enquanto Flávio tem 39,6%.

O relatório foi elaborado a partir da integração das 27 pesquisas estaduais. As margens de erro variam de 2 a 3,5 pontos percentuais, conforme a unidade da Federação, com intervalo de confiança de 95%. O instituto ressalta que a estimativa nacional resulta da ponderação dos levantamentos estaduais. 

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