POLÍTICA MT

ALMT recebe exposição da ceramista Dalva Zulli

A Assembleia Legislativa, por meio do Instituto Memória do Poder Legislativo (IMPL), recebe nesta semana a exposição de obras da ceramista Dalva Zulli. A mostra, que teve início na terça-feira (11), ficará aberta à visitação até quinta-feira (13), das 8h às 17h, no saguão principal sede do Parlamento.

As peças compõem a coleção “Luzes do Cerrado” que foram elaboradas com o reaproveitamento de cerâmicas e madeiras de demolição. “A coleção surgiu da ideia de utilizar coisas da nossa natureza e fazer reciclagem, por isso a coleção tem esse nome”, explica a ceramista. “Tudo que está aqui eu apanhei em Mato Grosso, em lugares diferentes como Pontes e Lacerda, Poconé e beiras de rio”, descreve com orgulho.

Ao todo estão expostas 23 peças autorais, cujos valores variam de R$ 80,00 a R$ 580,00. Valores mais altos podem ser parcelados. “São peças decorativas, mas também utilitárias e podem ser colocadas micro-ondas e máquina de lavar louça”, explica.

A exposição faz parte da agenda de eventos para divulgação da cultura e da arte mato-grossense, explica Mara Visnadi, superintendente do IMPL. “O espaço cultural da Assembleia é aberto a toda sociedade, e já se constitui numa importante plataforma de integração e também de divulgação da cultura e da arte regional”, destaca a superintendente.

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Para fazer parte do calendário de eventos é preciso procurar o Instituto Memória para apresentar o projeto e verificar a disponibilidade de datas. O telefone de contato é o 3313-6938.

A artista: Dalva Zulli é ceramista e se dedica à arte há 38 anos. Começou com pintura à mão livre e há quatro anos se aperfeiçoou na fabricação e hoje mistura diversas técnicas para composição de peças autorais. Ela também ministra aulas em seu ateliê “Tudo à mão”.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA MT

Fagundes reage a articulação de bastidores e afirma independência do PL em Mato Grosso

Senador critica tentativa de isolamento após reunião entre Pivetta, Mauro Mendes e Valdemar Costa Neto e defende decisão interna do partido sobre disputa eleitoral

O senador Wellington Fagundes (PL) reagiu à movimentação política articulada pelo grupo do governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e do ex-governador Mauro Mendes (União), que teria como objetivo retirá-lo da disputa eleitoral deste ano. A articulação veio à tona após reunião reservada com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.

Após o vazamento do encontro, Fagundes afirmou que há uma tentativa de tratar o PL de Mato Grosso como subordinado ao Palácio Paiaguás, hipótese que rechaçou de forma enfática.

“O PL não é puxadinho de governo. O partido tem lado, tem história, tem liderança nacional e base em Mato Grosso. A decisão será tomada dentro do partido, com respeito, diálogo e responsabilidade”, declarou ao jornal A Gazeta.

Segundo o senador, a movimentação do grupo governista seria motivada pelo desempenho eleitoral de seu nome, que, de acordo com ele, figura entre os mais competitivos nas pesquisas de intenção de voto.

Fagundes também defendeu uma disputa aberta e criticou tentativas de definição antecipada de candidaturas. “O que eu defendo é muito simples: disputa aberta, legítima e democrática. Mato Grosso é grande demais para ter candidatura escolhida em gabinete”, afirmou.

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Apesar das críticas ao movimento político, o senador evitou direcionar ataques ao ex-governador Mauro Mendes e destacou que as decisões do PL serão tomadas internamente, com participação das bases e diálogo com lideranças nacionais, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Eu não faço política na pressão. Faço política no diálogo, na construção e no respeito. Candidatura não se impõe de fora para dentro. Ela nasce da confiança e da vontade da base”, acrescentou.

Fagundes também comentou a atuação do deputado federal José Medeiros, que teria intermediado o encontro entre Costa Neto, Mauro Mendes e Pivetta. Embora tenha evitado críticas diretas, demonstrou desconforto com a condução das articulações.

A reunião teve como pano de fundo a tentativa de construção de uma aliança para a disputa ao governo do Estado. Em contrapartida, o grupo governista trabalharia para eleger Medeiros ao Senado, com eventual apoio futuro a Fagundes em 2030.

Nos bastidores, a estratégia vem sendo discutida desde 2024, em meio à resistência de parte do PL ao nome de Fagundes como candidato ao governo.

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