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Rotam forma 33 policiais especialistas em Controle de Distúrbios

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Trinta e dois policiais militares de Mato Grosso e um policial penal de Rondônia concluíram, nesta terça-feira (04.10), o 3º Curso de Especialização em Controle de Distúrbios Civis, do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) em Cuiabá.

O curso teve como objetivo capacitar profissionais da segurança pública em operações complexas, como contenção de rebeliões em presídios, grandes eventos esportivos e manifestações sociais que causam desordens, entre outras.

Após 40 dias de especialização realizados na capital e uma modalidade de técnicas e tecnologia de menor potencial ofensivo, na Base da Força Nacional de Segurança Pública, em Brasília, os militares tornam-se habilitados para atuar e liderar ações de contenção de crises sociais e manutenção da paz e da ordem pública.

A capacitação estabelece ainda conhecimentos de direitos humanos, uso progressivo da força, socorro de urgência, funções técnicas da PM – como tiro policial – legislação e código civil, treinamento físico, tática de controle de distúrbios civis, treino em material bélico e noções de controle de fogo. 

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“Não há dúvidas de que se trata de um curso que exige muito dos participantes. Esses policiais especializados estão aptos a intervir em qualquer situação, que fuja do controle normal da tropa ordinária”, destacou o segundo tenente da Rotam, Onelil Natos Correia.

O tenente-coronel da Rotam, André Wilian Dorileo, enfatizou que no atual cenário tem sido recorrente o fenômeno de protestos sociais, pelos inúmeros problemas de caráter social na qual coloca em risco a integridade da pessoa e do patrimônio público. 

Por isso, ainda conforme Dorileu, é de suma importância a capacitação, preparo e responsabilidade no combate e controle da ordem pública por parte dos militares. 

“Neste contexto, a preservação da ordem pública é vital para o desenvolvimento da sociedade e fator preponderante na qualidade de vida do cidadão. Esta é mais uma grande turma que estamos formando de policiais militares preparados para o bom combate”, afirma.

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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