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Quatro suspeitos de invadir agência bancária para furtar cofre são presos em flagrante em Vila Bela

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Quatro suspeitos de tentar furtar uma agência bancária em Vila Bela da Santíssima Trindade foram presos em flagrante, na noite de domingo (03.12) em uma ação conjunta da Polícia Civil e Polícia Militar do município.

Os quatro criminosos, com idades entre 18 e 20 anos, foram autuados na Delegacia da Polícia Civil de Vila Bela pelos crimes de furto qualificado e associação criminosa.

Por volta das 22h30 de domingo, a polícia foi informada pelo pelo sistema de monitoramento do Banco do Brasil que a agência da cidade estava sendo alvo de furto e os suspeitos já estariam dentro do prédio.

Uma equipe da PM seguiu para o local e encontrou uma escada na parede, nos fundos da agência. Policiais civis chegaram na sequência e as equipes fizeram o cerco nos pontos possíveis de fuga. Após as ordens para que os suspeitos se entregassem, os três suspeitos que estavam dentro da agência desceram pela escada, foram imobilizados e presos em flagrante.

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Durante entrevista, os três alegaram que vieram de Cuiabá e receberiam o valor de R$ 10 mil para praticar o furto. O grupo disse ainda que o furto foi planejado há alguns dias e havia outras pessoas envolvidas, que dariam apoio à ação criminosa.

Um quarto suspeito foi localizado em frente a um bar, a poucos metros da agência bancária. Os policiais localizaram ainda dois veículos – um Fiat Strada e uma camionete que foram usados para levar as ferramentas usadas na tentativa do furto e na fuga dos suspeitos.

Com o apoio da PM e Força Tática de Pontes e Lacerda e do Gefron foram realizadas buscas pelo mandante do crime, que escapou das equipes em uma camionete S10. O suspeito já está identificado.

A Polícia Civil fez uma varredura na agência, junto com o gerente do banco, e constatou que os criminosos presos conseguiram entrar no local onde está o cofre, mas não tiveram acesso. A Perícia Técnica foi acionada para os procedimentos necessários no local.

Foram encontradas ferramentas próximo ao cofre, como martelete, pé de cabra, malas, mochilas, lixadeira, uma marreta, uma talhadeira, disco de lixadeira, extensão e corda.

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As buscas seguem para localizar outros possíveis envolvidos no crime.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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