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Prefeitura realiza audiência pública para discutir Plano Local de Habitação de Interesse Social

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Seguindo o processo de atualização do Plano Local de Habitação de Interesse Social (PLHIS), nesta sexta-feira (4), a Prefeitura de Sinop fará uma audiência pública, na Câmara Municipal, a partir das 8h, para apresentar os avanços do estudo e também com objetivo de ouvir as sugestões e propostas da população. A atualização do PLHIS ocorre com a participação da Universidade Federal de Mato Grosso, que coordena os trabalhos, sob acompanhamento e fiscalização da Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Habitação.

De acordo com a coordenadora do departamento de Habitação, da Secretaria de Assistência Social, Cristiane Resplandes, o levantamento abrange as necessidades da habitação de Sinop como todo e está sendo desenvolvido paralelo ao Plano Diretor do município, que também está em processo de atualização. “O estudo do PLHIS não se restringe apenas a Habitação no quesito de interesse social, mas todas as áreas, inclusive saúde, educação, desenvolvimento econômico. Para construção de novas habitações, pensando no futuro, temos que ter o Plano Diretor atualizado, com as Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) definidas, que serão destinadas para implantação de projetos habitacionais”, detalhou.

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Cristiane ainda reforçou que a população faz parte da elaboração e aprovação do novo plano. “Durante a audiência apresentaremos a proposta metodológica do PLHIS à população e as ações, objetivos, metas e indicadores previstos para elaboração do diagnóstico que vai definir necessidades da política de Habitação de interesse social do município para os próximos 10 anos. Por isso reforçamos o convite a todos os munícipes, para que compareçam e participem deste momento importante”, completou a coordenadora.

O Plano Local de Habitação de Interesse Social foi instituído pela Lei 11.124 de 2005. Por meio dele, os Municípios e Estados consolidam, em nível local, a Política Nacional de Habitação, de forma participativa e compatível com outros instrumentos de planejamento local, como os Planos Diretores, quando existentes, e os Planos Plurianuais Locais.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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