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Polícia Civil identifica suspeitos e recupera veículo roubado de taxista em Barra do Bugres

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O roubo de um veículo de uma vítima que trabalha como taxista foi esclarecido pela Polícia Civil, na manhã desta segunda-feira (30.01), em investigação da Delegacia de Barra do Bugres (168 km a Médio-Norte). A ação resultou na recuperação do veículo roubado e na identificação de duas pessoas envolvidas no crime.

O crime ocorreu no dia 27 de janeiro, quando a vítima que trabalhava como taxista foi acionada para uma corrida até o município de Porto Estrela, ocasião em que dois homens embarcaram no veículo. No meio do trajeto, um dos suspeitos disse que precisava ir ao banheiro e aproveitou que a vítima reduziu o veículo para anunciar o assalto.

A vítima foi amarrada e agredida com socos, além de ser ameaçada com uma faca e logo em seguida, os suspeitos fugiram com o veículo. Assim que os policiais da Delegacia de Barra do Bugres foram acionados do crime, iniciaram as diligências, conseguindo, por meio do arquivo fotográfico, identificar os dois envolvidos no assalto.

Com base nas informações, os policiais realizaram diligências conseguindo localizar um dos suspeitos em uma região de chácaras no distrito de Cabaças. No endereço, os policiais encontraram o suspeito deitado, com uma arma de fogo no bolso. Em revista pessoal, foi constatado se tratar de um simulacro de arma de fogo, o qual ele confessou ter utilizado para a prática do roubo.

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Questionado, o suspeito revelou onde estava as chaves do veículo e também indicou o local onde o carro estava escondido. Os policiais seguiram até o local indicado, onde recuperaram o veículo. O suspeito foi conduzido à Delegacia de Barra do Bugres, onde foi interrogado e responderá em inquérito policial por crime de roubo majorado.

Fonte: PJC MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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