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Polícias Civil e Militar apreendem armamentos pesados, munições e drogas em Cáceres

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Um arsenal de armamento pesado, munições e drogas foram localizados na zona rural do município de Cáceres, pela Polícia Civil e Polícia Militar, na manhã desta terça-feira (23.9).

A operação integrada “Águas do Jordão” foi deflagrada pelas forças de segurança pública de Mato Grosso, com o objetivo de combater facções criminosas instaladas na região de fronteira.

Durante investigações para apurar os homicídios registrados em Cáceres, a Polícia Civil identificou uma fazenda situada na Serra do Boi Morto, usada pelos criminosos para guardar armas de grosso calibre e recepcionar faccionados oriundos de outras localidades.

Com base nas informações foi representado pelo mandado de busca e apreensão deferido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres. Com a ordem judicial os policiais civis em conjunto com os militares foram até o local e realizaram o adentramento tático na propriedade.

No momento da abordagem, dois homens que estavam na fazenda reagiram e efetuaram disparos de arma de fogo contra os policiais. Diante da injusta agressão e para garantir a integridade houve o confronto e os dois suspeitos foram atingidos.

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Em seguida ambos foram socorridos e encaminhados para o Hospital Regional de Cáceres, mas foram a óbito na unidade de saúde.

No local foram apreendidos um fuzil calibre 5.56, uma espingarda calibre 12, diversas munições para revólver e pistola, coletes balística e drogas.

Conforme o delegado regional de Cáceres, Higo Rafael Ferreira de Oliveira, essa operação reforça a importância da integração entre as instituições da Segurança Pública, fortalecendo as ações e o reafirmando o compromisso com a ordem pública e o bem-estar da população.

Participaram da operação integrada “Águas do Jordão”, os policiais civis da Delegacia Regional de Cáceres, da Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira, da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE), em conjunto com militares do 6º Comando Regional, Bope, Rotam, Força Tática e Gefron.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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