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Policiais civis e militares recapturam mais um detento que fugiu da Penitenciária de Água Boa

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Mais um fugitivo da Penitenciária Major PM Zuzi Alves da Silva em Água Boa, foi recapturado pela Polícia Civil com apoio da Polícia Militar, no final da tarde de terça-feira (01.02), no município de Rosário Oeste (128 km ao norte de Cuiabá).

Após denúncia anônima, o procurado de 30 anos e que cumpria pena na unidade prisional, foi localizado pelos policiais civis e militares na casa de sua genitora, situada na região central da cidade de Rosário Oeste.

Ao avistar a chegada das equipes na residência, o suspeito correu para o fundo da propriedade na intenção de foragir novamente. Porém o mesmo tropeçou no quintal caindo ao solo. Um aparelho celular que estava com ele também foi apreendido.

Após a recaptura, o suspeito foi conduzido até a Delegacia de Polícia para as providências cabíveis, sendo posteriormente encaminhado à Cadeia Pública de Nobres.

A prisão foi realizada pelos policiais civis de Rosário Oeste em conjunto com os militares do 7º Batalhão da PM.

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Fuga

No dia 03 de janeiro deste ano, 14 detentos fugiram da Penitenciária Regional Major Zuzi, em Água Boa (730 km a leste de Cuiabá).

Os reeducandos estavam no banho de sol quando houve um início de motim. Foi dada ordem de recolhimento para as celas, não sendo obedecida por meio de verbalização, sendo necessário uso moderado da força para sanar o motim.

Na ocasião um dos reeducando foi atingido por disparo de arma menos letal (tiro de borracha) na perna e em seguida encaminhado para atendimento médico no Hospital Regional da Água Boa.

Até o momento, sete dos fugitivos foram recapturados, um morreu em confronto com a Força Tática da PM e seis sequem foragidos.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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