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Polícia Rodoviária Federal aborda veículo que transportava produto perigoso sendo derramado sobre a via

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Na noite de sábado (17), uma equipe da Polícia Rodoviária Federal em fiscalização, na BR 070, no município de Cáceres, abordou uma combinação de veículos que transportava produto perigoso derramando sobre a via.

Conforme os painéis de segurança, rótulo de risco e posteriormente consulta as notas fiscais da carga, constatou-se que o líquido se tratava de METANOL substância altamente inflamável. De imediato a equipe realizou o isolamento do veículo na área mais apropriada e informou aos órgãos de defesa civil.

O motorista da empresa, relatou que pegou o veículo na cidade de Araçatuba-SP, já carregado e não percebeu o vazamento.As pessoas jurídicas discriminadas, nos documentos do veículo e fiscais foram qualificadas na condição de autoras do crime descrito no Art. 56. da LEI de crimes ambientais “Transportar, armazenar, guardar, ter em depósito ou usar produto ou substância tóxica, perigosa ou nociva à saúde humana ou ao meio ambiente, em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou nos seus regulamentos”; a princípio, na modalidade culposa.

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Devido ao risco representado, o veículo foi impedido de seguir viagem e a empresa transportadora foi intimada a providenciar uma equipe especializada para realizar o transbordo da carga do tanque com vazamento.Conforme preconiza a já citada resolução, o Certificado de Inspeção para Transporte de Produtos Perigosos do tanque que apresentava vazamento foi recolhido mediante recibo para encaminhamento ao INMETRO, além da confecção das devidas autuações administrativas.

Fonte: PRF MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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