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Polícia Militar prende dono de bar por tráfico de drogas no bairro Pedra 90

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Policiais militares do 24º Batalhão apreenderam, na noite desta terça-feira (30.9), 32 porções de substância análoga à cocaína, um frasco de “loló” e prenderam um jovem de 19 anos, suspeito de tráfico ilícito de drogas, no bairro Pedra 90, em Cuiabá. As equipes encontraram alguns entorpecentes escondidos na roupa íntima do suspeito.

As equipes realizavam o patrulhamento ostensivo pela região, quando flagraram dois homens em atitude suspeita, em frente a um bar. Com a aproximação dos militares, eles saíram em direções opostas, tentando fugir da abordagem.

Um dos suspeitos entrou no estabelecimento comercial e, durante a tentativa de fuga, jogou uma sacola embaixo de uma mesa de sinuca. Ele foi detido em seguida.

Após a abordagem, as equipes identificaram que havia diversas porções de cocaína. Durante a revista, os militares encontraram algumas porções do mesmo entorpecente, escondidas na roupa íntima do suspeito.

À PM, ele confessou ser o proprietário dos ilícitos e do bar. Os policiais militares também encontraram, sobre um balcão, uma garrafa de vidro contendo um líquido transparente, com forte odor semelhante a solvente.

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Ao ser indagado, o suspeito informou tratar-se de uma substância entorpecente do tipo inalante, conhecida como “loló”. O suspeito e o material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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