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Polícia Militar participa de seminário sobre crimes e adulteração de cargas em Rondonópolis

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A Polícia Militar, por meio do 4º Comando Regional, participa do 1º Seminário Sobre Roubo, Adulteração e Furto de Fertilizantes, realizado nesta segunda e terça-feira (30 e 31.05), no auditório do Sest Senat, em Rondonópolis. 

O evento, que conta com o apoio da PM, é idealizado pela Associação Nacional das Empresas Agenciadoras de Transporte de Cargas (ANATC). O objetivo é o debate de soluções e a criação de uma rede de cooperação para aumentar a segurança das estradas, para proteger os trabalhadores e riquezas que circulam por Mato Grosso e pelo Brasil.

O 4° Comando Regional e representantes de todos os outros Comandos Regionais da Polícia Militar participam com seu efetivo para adquirir conhecimentos e trocar experiências com as demais organizações governamentais e civis envolvidas no contexto do combate ao crime contra o transporte e o agronegócio.

“O objetivo do seminário é a instrução, de forma bastante positiva, da Polícia Militar e de todas as outras forças de segurança para que possamos combater de forma mais evidente e ostensivamente os crimes contra roubos, furtos, adulterações e desvios de cargas”, explique o tenente-coronel Gleber Candido Moreno, comandante do 5º Batalhão da PM, em Rondonópolis.

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Dentre as instruções e palestras, está a explanação e troca de experiências da Patrulha Rural Georreferenciada da PMMT, o conhecimento no setor de transportes ministrada pela ANATC, e o contexto nacional compartilhado pelo DNIT.

O evento contou com a presença de representantes do legislativo, como o senador da República Wellington Fagundes e os deputados estaduais Max Russi e Claudiney. Também participam do evento representantes da Polícia Judiciária Civil, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal, Poder Judiciário e também de diversas empresas do setor privado.

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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