POLICIAL
Polícia Militar inicia 26ª turma no Curso de Capacitação Rotam em Cuiabá
O comandante da Rotam, tenente-coronel Tiago Costa Gomes, explicou que o curso tem como finalidade capacitar policiais como operadores do patrulhamento tático móvel, tornando-os aptos a servir em unidade operacional especializada, tanto na Capital quanto no interior.
O curso conta com uma grade curricular extensa, na qual serão ministradas mais de 380 horas/aulas em diversas instruções, dentre elas noções de policiamento de choque, noções de agentes químicos e estágio operacional.![]()
“Os policiais aprovados no curso serão denominados taticanos, tornando-os aptos a servirem em unidades especializadas. O CCRT é uma resposta imediata aos crimes e às ocorrências que envolvem maior desdobramento tático no terreno, com treinamento mais especializado. A Rotam é a guardiã da doutrina de patrulhamento tático e nada mais sensato e correto retornar essa capacitação que visa formar os operadores táticos”, afirmou.
De acordo com tenente-coronel, o CCRT visa preparar o policial para enfrentar situações adversas da profissão, pois serão expostos e capacitados fisicamente e intelectualmente para agir diante de diversas circunstâncias não previsíveis.
“O curso só tem a agregar valor profissional na vida do militar. O CCRT é muito mais que motivação, ele traz segurança para o profissional agir de acordo com a legalidade e dentro da doutrina militar e de atender o cidadão mato-grossense”, ressaltou.![]()
O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, destacou a importância da 26ª turma do CCRT como forma de preparar o policial militar para atividades desde administrativas ou de operacional. “A capacitação é um papel muito importante na vida do policial militar. E a Polícia Militar de Mato Grosso é uma das instituições da segurança pública que mais investe no conhecimento dos militares para atividades administrativa, patrulhamento tático e ostensivo”, reforçou.![]()
Fonte: PM MT – MT
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

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