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Polícia Militar desarticula ponto de tráfico de drogas e apreende arma em Chapada dos Guimarães

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A Polícia Militar prendeu, nesta sexta-feira (21,11) um homem de 34 anos, por tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo, no distrito de Água Fria, em Chapada dos Guimarães. Com o suspeito, foram apreendidas porções análogas de maconha e pasta-base de cocaína, além de uma espingarda e munições.

A ação ocorreu após equipes da 1ª CIPM de Chapada dos Guimarães receberem denúncias sobre tráfico de drogas, em um bar da região. Durante o levantamento, os militares identificaram o local e o suspeito, que era proprietário do ponto de vendas de drogas.

Ao chegar no local, os policiais visualizaram o suspeito em frente ao estabelecimento. O homem tentou fugir pelos fundos, mas foi alcançado e abordado. Com ele, foram encontradas cinco porções de substância análoga à maconha, três porções de pasta-base de cocaína e R$ 240 em dinheiro.

Nas buscas ao redor do bar, os policiais encontraram dois recipientes enterrados em uma área de mata, contendo uma porção grande de maconha, 20 porções da mesma droga prontas para venda, 23 porções de pasta-base, além de duas balanças de precisão e diversas embalagens.

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No estabelecimento foram apreendidos R$ 1.400,20 em dinheiro. Já no interior da residência, os policiais encontraram uma espingarda de calibre 28. e 12 munições intactas.

Quando questionado, o homem afirmou que traficava as drogas a um certo tempo e que a arma era de sua posse, mas sem registro.

Diante aos fatos, o suspeito foi detido e encaminhado à Delegacia de Chapada dos Guimarães, juntamente com todo o material apreendido, para as demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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